Droider http://www.droider.com.br Blog sobre tecnologia Fri, 20 Feb 2015 13:29:00 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.1.5 Seu Galaxy S II de volta ao sistema original e sem “marcas” de operadora http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidseu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora-2.html http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidseu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora-2.html#comments Tue, 10 Feb 2015 20:10:55 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1232 Alguns leitores vêm pedindo orientação em questões que podemos resolver num só texto. São dúvidas sobre como voltar o Galaxy S II i9100 para o sistema original após ter instalado uma custom ROM, ou mesmo um kernel customizado como o Hardcore’s SpeedMod. A dica serve ainda para quem recebeu seu aparelho com o sistema operacional alterado … Continuar lendo Seu Galaxy S II de volta ao sistema original e sem “marcas” de operadora

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Alguns leitores vêm pedindo orientação em questões que podemos resolver num só texto. São dúvidas sobre como voltar o Galaxy S II i9100 para o sistema original após ter instalado uma custom ROM, ou mesmo um kernel customizado como o Hardcore’s SpeedMod. A dica serve ainda para quem recebeu seu aparelho com o sistema operacional alterado por alguma operadora e deseja instalar nele o Android original fornecido pela Samsung, sem qualquer “apioramento”. O procedimento é simples e rápido, embora, como sempre, aviso que flash de firmware envolve riscos.

Apresentando o Odin

O Odin, velho conhecido aqui no blog, é um software de manutenção da Samsung que, supostamente, deveria ser usado apenas em assistências técnicas mas, para a nossa sorte, acaba caindo na internet e se tornando uma ótima ferramenta tanto para quem  mexe com customizações como para alguém, numa emergência, precisa recuperar o seu aparelho de uma eventual pane no software.

Vale lembrar que, antes de usar o Odin, você precisa ter a última versão do Kies instalada no seu Windows ou MacOS. Isso devido aos drivers da Samsung que são requeridos para utilização do programa.

Arquivos necessários

Tudo o que você irá precisar para resolver todos os problemas mencionados no início desse texto pode ser baixado a seguir.

Baixe, descompacte e mantenha esses arquivos à mão para o procedimento. A ROM está num arquivo .EXE de auto-extração.

Procedimento

Aqui vale repetir o aviso de que esse procedimento, assim como qualquer um envolvendo instalação de firmware, envolve riscos pelos quais não me responsabilizo. Seu aparelho não pode estar com pouca carga na bateria, sob pena de aumentarem exponencialmente os riscos de algo sair errado.

Vale lembrar também que é preciso ter a última versão do Kies instalada e ele não deve estar rodando durante a utilização do Odin. Instale o Kies como preparação, mas mantenha o software fechado. Ele não pode estar sequer minimizado na tray. Feitos os esclarecimentos, siga os passos:

  1. Com o seu aparelho desligado, ligue segurando ao mesmo tempo os botões “Volume Down”, “Home” e “Power”. Mantenha os três pressionados até que apareça uma tela com um “Warning!!” verde no topo e um aviso sobre os riscos de customizações do aparelho. As opções são “Volume Up” para continuar ou “Volume Down” para cancelar e reiniciar o aparelho. Não selecione nenhuma das duas agora;
  2. Execute o Odin e, em PDA, selecione o arquivo GT-I9100_ZTO_I9100UHKI1_I9100UHKI1_I9100ZTOKI1.tar que você baixou.  Lembre-se, ele é extraído do EXE. Não mexa em qualquer outra opção;
  3. Conecte seu aparelho à USB e pressione Volume Up para que ele entre no Download Mode e possa ser reconhecido pelo Odin.
  4. Pressione start, aguarde, e NÃO INTERROMPA. Interrupções nesse momento colocarão seu dispositivo em sérios riscos.

 

Se o seu interesse é ter o Android devolvido ao seu estado original por completo, o ideal é que um factory reset seja feito depois desse procedimento, tendo em vista que ele não formata as partições de dados e os apps instalados serão mantidos, provavelmente acompanhados de algum mau funcionamento do qual você esteja querendo se livrar.

Para realizar o factory reset, acesse o menu de recuperação. Ligue o aparelho mantenho pressionados os botões “Home” e “Volume Up”, segurando o Power juntamente com eles por alguns segundos. Você deve soltar o Power e os outros dois botões devem continuar pressionados. Continuar segurando o Power, fará o aparelho ser reiniciado antes de entrar no menu de recuperação.

No Menu de recuperação, use Volume UP e Volume Down para navegar pelas opções e “Menu” para ativar a opção escolhida, que nesse caso será a Wipe Data/Factory Reset. Depois de concluída essa etapa, o seu SGS2 estará como se fosse entregue, de fábrica, com  a mais atual das ROMs fornecidas pela Samsung para esse aparelho no Brasil.

Seguindo essa dica você estará instalando um firmware original da Samsung para o Galaxy S II brasileiro, na versão mais atual (UHKI1) e completamente “unbranded”, ou seja, ele não foi bagunçado por nenhuma operadora.

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Comparativo entre os navegadores para Android: velocidade, recursos, usabilidade http://www.droider.com.br/android/aplicativos/comparativo-entre-os-navegadores-para-android-velocidade-recursos-usabilidade.html http://www.droider.com.br/android/aplicativos/comparativo-entre-os-navegadores-para-android-velocidade-recursos-usabilidade.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:59:57 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1230 Escolher um navegador para usar como padrão no Android é uma tarefa difícil. Primeiro porque o browser nativo do sistema já se apresenta muito bom. Que o diga o Safari do iPhone, que tomou uma surra dele um dia desses. A questão é saber, entre os navegadores existentes para o Android, qual deles merece ser o … Continuar lendo Comparativo entre os navegadores para Android: velocidade, recursos, usabilidade

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Escolher um navegador para usar como padrão no Android é uma tarefa difícil. Primeiro porque o browser nativo do sistema já se apresenta muito bom. Que o diga o Safari do iPhone, que tomou uma surra dele um dia desses. A questão é saber, entre os navegadores existentes para o Android, qual deles merece ser o escolhido para ficar como padrão no seu sistema.

 

Para ajudar-nos nessa escolha, Kevin Purdy, redator do Lifehacker, realizou um criterioso teste estabelecendo comparações entre o navegador padrão do Android 2.3, o Dolphin HD, o Firefox Mobile, o Opera Mini e o Opera Mobile. Para o comparativo foi usado um Nexus One com o sistema operacional totalmente limpo, com todos os caches limpos e com o navegadores sendo postos nas mesmas situações utilizadas para testar os browsers comuns, que usamos em desktops ou notebooks.

O teste realizado foi muito criterioso. Kevin passou dois dias inteiros debruçado sobre o tema para mensurar desempenho e testar a usabilidade dos diferentes navegadores disponíveis para o Android nas mais variadas situações. Os resultados foram surpreendentes.

Os alternativos podem se revelar mais rápidos do que o navegador original

O resultado a seguir revela o tempo de carregamento do site  do New York Times, onde o menor resultado revela o navegador mais rápido. Nesse teste, vê-se o Opera Mini como o mais rápido entre os browsers comparados, seguido de perto pelo Dolphin HD. O navegador padrão do Android fica com um resultado intermediário, enquanto o Firefox se revela o mais lento da comparação.

É importante salientar que o Opera Mini é um navegador com foco em aparelhos de hardware mais limitado, portanto ele é bastante focado na leveza e não é tão completo em recursos quando concorrentes. Nesse teste em particular, o mais impressionante dos navegadores é mesmo o Dolphin HD, o único dos browsers completos, talvez o mais cheio de recursos, a pontuar muito próximo do pequeno e veloz Opera Mini. O Safari do iPhone tomou uma tremenda surra nesse quesito quando foi comparado ao pequeno Opera.

O teste acima reflete apenas velocidade de carrregamento de páginas da web, mas nos casos em que o navegador precisa processar JavaScript, como se saem os competidores? Aqui o Firefox mostra seu poder de fogo, seguido de perto pelo Opera Mobile enquanto o Dolphin HD fica empatado na retaguarda com o navegador padrão do Android. Na prática, isso significa maior desempenho quando se precisa fazer uso de web apps. Nessas situações o Firefox certamente se sairá melhor. O Opera Mini não conseguiu completar o teste.

Por último, temos abaixo o tempo de carregamento de cada browser tomando em conta um cold start, aquela primeira iniciação logo após o boot do sistema operacional. Mais uma vez, os resultados menores indicam os browsers mais rápidos. Vamos ao comparativo.

Aqui o mais surpreendente é o fato de o Opera Mobile (mais completo) se revelar ainda mais rápido do que o Opera Mini. O vexame evidenciado no resultado do Firefox já era previsto por qualquer um que tenha testado o navegador em seu Android. Estive com ele instalado aqui em algumas ocasiões e, francamente, não pretendo tê-lo novamente.

Disponibilidade de addons e funções de sincronização

Nesse aspecto o autor confirma uma opinião que eu sempre guardei no tocante ao tema analisado: se tudo o que você precisa a carregar páginas digitadas na barra de navegação, o mais indicado é que você fique com o navegador padrão do Android 2.3. Ele tem, em média, um ótimo desempenho, boa compatibilidade com os mais variados conteúdos e é, de longe, o mais estável dos navegadores testados.

Se você usa o Firefox no seu computador, então é possível que a versão do browser para o Android ofereça algumas vantagens. A questão é que as possibilidades de sincronizar os navegadores nas duas plataformas é impressionante e inédita. Tudo o que você salvar, desde favoritos a senhas de acesso, no desktop, estará disponível na versão mobile e vice-versa. Essa é uma vantagem que não pode ser desprezada. Ademais, se você gosta do Firefox no desktop, então é porque você não se importa tanto com o tempo de iniciação mesmo.

Quanto à disponibilidade de addons, a disputa é acirrada entre o Firefox e o Dolphin HD. Ambos possuem uma boa coleção de extensões disponíveis e podem fazer uso do LastPass, que facilita tremendamente a vida quando se tem de lidar com uma infinidades de senhas diferentes para os mais variados tipos de contas de usuário.

 

Concluindo, qual dos navegadores você deverá adotar?

A verdade que os navegadores disponíveis para o Android passaram todos por um impressionante amadurecimento. Assim como o redator do Lifehacker, já fui de testá-los todos, em outras épocas, e acabar voltando para o browser nativo do sistema, mas agora eles realmente se apresentam como alternativas e podem ser vantajosos, dependendo do perfil de cada usuário.

Esses são os principais pontos a serem levados em consideração nessa escolha, segundo o Kevin Purdy, que conduziu a análise:

  • Dolphin HD: possui abas no topo para alternar entre páginas carregadas, em vez de diferentes janelas. A compatibilidade com diferentes sites beira a perfeição, contanto que não sejam sites definitivamente inóspitos para navegadores móveis. Oferece interessantes addons sem sacrificar signiticativamente o desempenho;
  • Firefox Mobile: quase obrigatório para quem usa o Firefox no desktop e muito interessante para quem faz uso frequente de web apps;
  • Opera Mobile: uma boa escolha para quem usa o Opera no desktop e talvez a interface mais bonita apresentada por um browser mobile;
  • Opera Mini: se faz interessante para situações onde se contam com poucos recursos de hardware (por ser mais leve) e pouca velocidade de conexão, uma vez que o modo “turbo” presente no navegador permite comprimir dados on-the-fly, acelerando a navegação nessas situações;
  • Navegador nativo do Android: se nenhum dos atrativos listados acima for decisivo para a sua escolha, esse é o navegador ideal para você por apresentar-se superior nos quesitos compatibilidade e estabilidade.

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Android 2.3.7 (Gingerbread) para o Samsung Galaxy 5 i5500B via CyanogenMOD 7 com tutorial para instalação http://www.droider.com.br/android/android-2-3-7-gingerbread-para-samsung-galaxy-5-i5500-cyanogenmod-7-tutorial-para-instalacao-2.html http://www.droider.com.br/android/android-2-3-7-gingerbread-para-samsung-galaxy-5-i5500-cyanogenmod-7-tutorial-para-instalacao-2.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:40:33 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1228 O Samsung Galaxy 5 i5500B é talvez o modelo de Android com menor preço no Brasil e talvez por isso o mais comentado naquele meu artigo que orienta a escolha e a compra de um Android barato. Estando oficialmente no versão 2.2 do sistema, o modelo entrega boa funcionalidade de um smartphone para quem não … Continuar lendo Android 2.3.7 (Gingerbread) para o Samsung Galaxy 5 i5500B via CyanogenMOD 7 com tutorial para instalação

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O Samsung Galaxy 5 i5500B é talvez o modelo de Android com menor preço no Brasil e talvez por isso o mais comentado naquele meu artigo que orienta a escolha e a compra de um Android barato. Estando oficialmente no versão 2.2 do sistema, o modelo entrega boa funcionalidade de um smartphone para quem não quer gastar. Por outro lado, podemos instalar o Android 2.3.7 (Gingerbread) no Galaxy 5 i5500B usando um ótimo port do CyanogenMod 7.

Tive de instalar o CyanogemMOD 7, pasmem, no Samsung Galaxy 5 i5500B do meu pai. “Mas o que o seu pai faz com uma ROM alternativa pra nerds no smartphone dele?” É que as ROMs da Samsung têm um bug chato que afeta o funcionamento do Bluetooth. Se você usa Bluetooth para conectar o Android ao sistema de áudio do carro (ou qualquer dispositivo de áudio), as ROMs da Samsung não refazem a conexão automaticamente. Você precisa ir até as configurações do Android para refazer a conexão com o sistema Bluetooth toda vez que entra no carro. Insuportável. O CyanogenMOD 7, além de colocar o atualíssimo Android 2.3.7 (Gingerbread) no Galaxy 5 i5500B, de quebra resolveu o problema e a experiência me permitiu vir aqui ensinar como faz.

Faça o download de todos os arquivos necessários

Antes de proceder para a instalação, verifique se o seu Galaxy 5 está com a bateria bem carregada. A perda de carga durante algumas das etapas a seguir poderá inutilizar o seu smartphone. Convém tomar cuidado.

Instale o ClockworkMod Recovery no Galaxy 5

Para instalar qualquer ROM alternativa é preciso ter no smartphone um menu de recuperação que permita esse procedimento. O mais famoso e muito provavelmente o melhor deles é o ClockworkMod, que vamos instalar no Galaxy 5 antes de qualquer coisa.

Você precisará do Odin Multi Downloader, do arquivo Europa_V1.0.ops e do próprio arquivo .TAR do ClockworkMod a ser instalado no Galaxy 5, além de ter o smartphone colocado em modo de download.

  • Coloque o Galaxy 5 em modo de download – com o aparelho desligado, pressione e segure o botão de reduzir o volume (vol. down) juntamente com o botão central de select e o power. Mantenha os 3 pressionados até ver uma tela com um androidinho num triângulo amarelo operando uma pá. As imagens abaixo poderão ajudar.

 

  • Execute o Odin Multidownloader no seu computador e em seguida conecte o Galaxy 5, que deverá estar em modo de download, à USB para que ele seja reconhecido pelo Windows e pelo software. Na tela do Odin, marque as 3 opções “One Package”, “Auto Reboot” e “Protect OPS”.
  • Em “Select OPS” você deverá escolher o arquivo “EUROPA_v1.0.ops” e em “One Package” escolha o arquivo “ClockworkMod-Galaxy5-v0.5.TAR” que você possui. Com isso pronto, basta conferir com cuidado se as opções estão corretas e clicar em “Start”. Aguarde a conclusão da instalação e o Galaxy 5 será reiniciado.

Agora é necessário instalar a BASEBAND para que os rádios do aparelho funcionem no Brasil e você deverá fazê-lo mediante um procedimento igual ao explicado acima, mas com o arquivoAMSS-I5500BVJJP7.tar que se encontra dentro do arquivo compactado que você baixou para a Baseband. Use-o no campo “One Package” repetindo todas as outras etapas do procedimento acima e clique em Start novamente.

Instalando CyanogenMod 7 com Android 2.3.7 no Galaxy 5

Após realizar a etapa anterior você deverá ligar o seu Galaxy 5 normalmente e colocar os arquivos que contém o CyanogemMod 7 e os Google Apps no cartão SD que está no sei aparelho.

Para instalar finalmente o sistema, você precisa reiniciar o seu Galaxy 5 no menu de recuperação e aqui vem a parte mais chata do processo, tendo em vista que esse aparelho não possui uma combinação de teclas que leve a esse menu. Você deverá, para isso, usar o ADB Shell e precisará ter instalado o “Android SDK” no seu computador.

  • Instale o Android SDK
  • No Android, vá até “Configurações/Aplicativos/Desenvolvimento” e marque a opção “Depuração USB” para que o aparelho responda a comandos vindos do ADB Shell.
  • Conecte seu Galaxy 5 à USB e confira a barra de notificações do Android para checar se a depuração USB está ativada.
  • Usando o prompt de comando, vá até “C:\Program Files (x86)\Android\android-sdk\platform-tools>” e lá execute o comando “adb reboot recovery” para fazer com que o seu Galaxy 5 vá para o menu de recuperação do ClockworkMod
  • No menu de recuperação, você usará os botões laterais de volume para navegar pelas opções e o select central para executar os comandos.
  • Antes de qualquer coisa, você precisa usar a função “Wipe data/factory reset”, que irá apagar todos os seus dados e apps instalados, mas é uma etapa necessária;
  • Agora vá até “Install Zip from SD Card” e sem seguida escolha a opção “Choose ZIP from SD Card”
  • Vá até o arquivo .ZIP do CyanogenMod 7, aperte o “select” para selecionar e instalar a ROM e aguarde o término da instalação
  • Repita o procedimento com o arquivo dos Google Apps “gapps…”, pois se você não instalá-los terá um Android sem Market, sem GMail, sem nada
  • Concluidos esses dois procecimentos use a opção “Reboot system now” no menu principal e o seu Galaxy 5 irá iniciar no Android 2.3.7 super otimizado do CyanogenMod 7.

ATENÇÃO

O procedimento acima descrito foi testado com sucesso não só por mim quanto por inúmeros outros usuários, no entanto, todo processo de instalação de ROMs oferece riscos que podem inclusive inutilizar o seu smartphone. Esteja ciente disso, tome todas as precauções e esteja atento a cada etapa. Não me responsabilizo por danos causados aos aparelhos por esse tipo de prática. Você está por sua conta e risco.

Créditos pela ROM: Mad Team

ATENÇÃO – POSSÍVEIS PROBLEMAS

O menu surgido quando você segura o botão “Power” nessa ROM mostra uma opção de reiniciar no bootloader. Realmente não sei porque raios os caras do Mad Team incluíram essa droga aí. Alguns usuários tocaram nessa opção e ficaram com problemas para reiniciar o Galaxy 5. Para contornar a situação, recomendo ligar o celular à USB e usar o comando “adb reboot” de maneira semelhante ao que você fez para ir para o recovery durante a instalação.

Esse tutorial foi testado e o Galaxy 5 em que instalei o Cyanogen Mod 7 está em uso há vários dias sem apresentar qualquer problema. Vários leitores também instalaram e não relataram qualquer problema. Se você tentou fazer e o seu Galaxy 5 não consegue mais iniciar o Android após instalado o CM7, muito provavelmente você esqueceu de realizar o “Wipe Data/Factory Reset” durante a instalação. Tente ir ao recovery e fazer isso para ver se resolve.

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Android 2.3.7 (Gingerbread) para o Samsung Galaxy 5 i5500B via CyanogenMOD 7 com tutorial para instalação http://www.droider.com.br/android/android-2-3-7-gingerbread-para-samsung-galaxy-5-i5500-cyanogenmod-7-tutorial-para-instalacao.html http://www.droider.com.br/android/android-2-3-7-gingerbread-para-samsung-galaxy-5-i5500-cyanogenmod-7-tutorial-para-instalacao.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:35:49 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1226 O Samsung Galaxy 5 i5500B é talvez o modelo de Android com menor preço no Brasil e talvez por isso o mais comentado naquele meu artigo que orienta a escolha e a compra de um Android barato. Estando oficialmente no versão 2.2 do sistema, o modelo entrega boa funcionalidade de um smartphone para quem não … Continuar lendo Android 2.3.7 (Gingerbread) para o Samsung Galaxy 5 i5500B via CyanogenMOD 7 com tutorial para instalação

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O Samsung Galaxy 5 i5500B é talvez o modelo de Android com menor preço no Brasil e talvez por isso o mais comentado naquele meu artigo que orienta a escolha e a compra de um Android barato. Estando oficialmente no versão 2.2 do sistema, o modelo entrega boa funcionalidade de um smartphone para quem não quer gastar. Por outro lado, podemos instalar o Android 2.3.7 (Gingerbread) no Galaxy 5 i5500B usando um ótimo port do CyanogenMod 7.

Tive de instalar o CyanogemMOD 7, pasmem, no Samsung Galaxy 5 i5500B do meu pai. “Mas o que o seu pai faz com uma ROM alternativa pra nerds no smartphone dele?” É que as ROMs da Samsung têm um bug chato que afeta o funcionamento do Bluetooth. Se você usa Bluetooth para conectar o Android ao sistema de áudio do carro (ou qualquer dispositivo de áudio), as ROMs da Samsung não refazem a conexão automaticamente. Você precisa ir até as configurações do Android para refazer a conexão com o sistema Bluetooth toda vez que entra no carro. Insuportável. O CyanogenMOD 7, além de colocar o atualíssimo Android 2.3.7 (Gingerbread) no Galaxy 5 i5500B, de quebra resolveu o problema e a experiência me permitiu vir aqui ensinar como faz.

Faça o download de todos os arquivos necessários

Antes de proceder para a instalação, verifique se o seu Galaxy 5 está com a bateria bem carregada. A perda de carga durante algumas das etapas a seguir poderá inutilizar o seu smartphone. Convém tomar cuidado.

Instale o ClockworkMod Recovery no Galaxy 5

Para instalar qualquer ROM alternativa é preciso ter no smartphone um menu de recuperação que permita esse procedimento. O mais famoso e muito provavelmente o melhor deles é o ClockworkMod, que vamos instalar no Galaxy 5 antes de qualquer coisa.

Você precisará do Odin Multi Downloader, do arquivo Europa_V1.0.ops e do próprio arquivo .TAR do ClockworkMod a ser instalado no Galaxy 5, além de ter o smartphone colocado em modo de download.

  • Coloque o Galaxy 5 em modo de download – com o aparelho desligado, pressione e segure o botão de reduzir o volume (vol. down) juntamente com o botão central de select e o power. Mantenha os 3 pressionados até ver uma tela com um androidinho num triângulo amarelo operando uma pá. As imagens abaixo poderão ajudar.

 

  • Execute o Odin Multidownloader no seu computador e em seguida conecte o Galaxy 5, que deverá estar em modo de download, à USB para que ele seja reconhecido pelo Windows e pelo software. Na tela do Odin, marque as 3 opções “One Package”, “Auto Reboot” e “Protect OPS”.
  • Em “Select OPS” você deverá escolher o arquivo “EUROPA_v1.0.ops” e em “One Package” escolha o arquivo “ClockworkMod-Galaxy5-v0.5.TAR” que você possui. Com isso pronto, basta conferir com cuidado se as opções estão corretas e clicar em “Start”. Aguarde a conclusão da instalação e o Galaxy 5 será reiniciado.

Agora é necessário instalar a BASEBAND para que os rádios do aparelho funcionem no Brasil e você deverá fazê-lo mediante um procedimento igual ao explicado acima, mas com o arquivoAMSS-I5500BVJJP7.tar que se encontra dentro do arquivo compactado que você baixou para a Baseband. Use-o no campo “One Package” repetindo todas as outras etapas do procedimento acima e clique em Start novamente.

Instalando CyanogenMod 7 com Android 2.3.7 no Galaxy 5

Após realizar a etapa anterior você deverá ligar o seu Galaxy 5 normalmente e colocar os arquivos que contém o CyanogemMod 7 e os Google Apps no cartão SD que está no sei aparelho.

Para instalar finalmente o sistema, você precisa reiniciar o seu Galaxy 5 no menu de recuperação e aqui vem a parte mais chata do processo, tendo em vista que esse aparelho não possui uma combinação de teclas que leve a esse menu. Você deverá, para isso, usar o ADB Shell e precisará ter instalado o “Android SDK” no seu computador.

  • Instale o Android SDK
  • No Android, vá até “Configurações/Aplicativos/Desenvolvimento” e marque a opção “Depuração USB” para que o aparelho responda a comandos vindos do ADB Shell.
  • Conecte seu Galaxy 5 à USB e confira a barra de notificações do Android para checar se a depuração USB está ativada.
  • Usando o prompt de comando, vá até “C:\Program Files (x86)\Android\android-sdk\platform-tools>” e lá execute o comando “adb reboot recovery” para fazer com que o seu Galaxy 5 vá para o menu de recuperação do ClockworkMod
  • No menu de recuperação, você usará os botões laterais de volume para navegar pelas opções e o select central para executar os comandos.
  • Antes de qualquer coisa, você precisa usar a função “Wipe data/factory reset”, que irá apagar todos os seus dados e apps instalados, mas é uma etapa necessária;
  • Agora vá até “Install Zip from SD Card” e sem seguida escolha a opção “Choose ZIP from SD Card”
  • Vá até o arquivo .ZIP do CyanogenMod 7, aperte o “select” para selecionar e instalar a ROM e aguarde o término da instalação
  • Repita o procedimento com o arquivo dos Google Apps “gapps…”, pois se você não instalá-los terá um Android sem Market, sem GMail, sem nada
  • Concluidos esses dois procecimentos use a opção “Reboot system now” no menu principal e o seu Galaxy 5 irá iniciar no Android 2.3.7 super otimizado do CyanogenMod 7.

ATENÇÃO

O procedimento acima descrito foi testado com sucesso não só por mim quanto por inúmeros outros usuários, no entanto, todo processo de instalação de ROMs oferece riscos que podem inclusive inutilizar o seu smartphone. Esteja ciente disso, tome todas as precauções e esteja atento a cada etapa. Não me responsabilizo por danos causados aos aparelhos por esse tipo de prática. Você está por sua conta e risco.

Créditos pela ROM: Mad Team

 

ATENÇÃO – POSSÍVEIS PROBLEMAS

O menu surgido quando você segura o botão “Power” nessa ROM mostra uma opção de reiniciar no bootloader. Realmente não sei porque raios os caras do Mad Team incluíram essa droga aí. Alguns usuários tocaram nessa opção e ficaram com problemas para reiniciar o Galaxy 5. Para contornar a situação, recomendo ligar o celular à USB e usar o comando “adb reboot” de maneira semelhante ao que você fez para ir para o recovery durante a instalação.

Esse tutorial foi testado e o Galaxy 5 em que instalei o Cyanogen Mod 7 está em uso há vários dias sem apresentar qualquer problema. Vários leitores também instalaram e não relataram qualquer problema. Se você tentou fazer e o seu Galaxy 5 não consegue mais iniciar o Android após instalado o CM7, muito provavelmente você esqueceu de realizar o “Wipe Data/Factory Reset” durante a instalação. Tente ir ao recovery e fazer isso para ver se resolve.

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Recupere seu Galaxy S “falecido” http://www.droider.com.br/android/recupere-seu-galaxy-falecido-2.html http://www.droider.com.br/android/recupere-seu-galaxy-falecido-2.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:29:43 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1224 Tenho me policiado para não passar o tempo  todo aqui escrevendo coisas exclusivamente “geek-orientated” . Nada de escrever vários artigos falando de hacks ou de tweaks ou de instalação de ROMs alternativas para smartphones. Pretendo focar num conteúdo mais acessível para o cidadão comum. Resolvi abrir uma exceção porque esse artigo pode tirar alguém de … Continuar lendo Recupere seu Galaxy S “falecido”

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Tenho me policiado para não passar o tempo  todo aqui escrevendo coisas exclusivamente “geek-orientated” . Nada de escrever vários artigos falando de hacks ou de tweaks ou de instalação de ROMs alternativas para smartphones. Pretendo focar num conteúdo mais acessível para o cidadão comum. Resolvi abrir uma exceção porque esse artigo pode tirar alguém de uma situação extremamente tensa pela qual eu mesmo passei recentemente.

Já falei de algumas dicas avançadas para o Galaxy S (lembrando que muitas se aplicam apenas à versão internacional) e tenho experimentado também algumas soluções um tanto menos ortodoxas, o que implica em se envolver com maiores riscos de algo dar errado.

Por esses dias tive que encarar um desses revezes e a coisa ficou tensa. Estava testando umas  otimizações para o kernel e para o filesystem do i9000 que resultam em ganho geral de performance do sistema. De repente, meu aparelho ficou fazendo um “loop” naquela tela preta com a logomarca branca da Samsung. Pra piorar a situação, passei por várias postagens em fóruns e blogs que falavam que apenas a Samsung poderia resolver isso. Devo ser viciado nessa maneira nerd de descarga de adrenalina, só pode.

Se você tem se aventurado com firmwares alternativas e etc. para o seu Galaxy S i9000, é bom repensar a frequência e o cuidado com que realiza essas aventuras. Ao contrário do que ocorre com muitos outros smartphones, durante esses procedimentos, no Galaxy S, o sistema de boot aparelho é reescrito. O perigo aqui é que, caso você tenha pegado uma ROM com algum problema ou se passar por qualquer “ocorrência” indesejável no procedimento, se o infortúnio for verificado no exato momento em que o bootloader estiver sendo reescrito, aí sim você estará numa péssima situação.

Se o caso não é o do parágrafo anterior, ainda tem jeito. Vamos diretamente à maneira mais eficaz de sair do sufoco. O estresse no organismo quando você acabou de matar um dos smartphones mais caros do mercado numa experiência idiota é extremo, então esse artigo também é sobre a sua saúde.

Deixando de enrolação, seguem os arquivos que serão necessários:

Firmware original com o Android 2.1 (Eclair) para o Galaxy S i9000 (versão internacional)

Arquivo .PIT

Odin 1.52 (Software a ser utilizado na operação)

Antes de mais nada, carregue totalmente a bateria e tome total cuidado para que o cabo USB, por hipótese alguma, seja desconectado durante o procedimento. Até agora o seu Galaxy S está apenas “em coma”, mas um vacilo aqui poderá simplesmente matá-lo de vez, se isso causar danos ao bootloader, conforme mencionado.

Tudo o que você precisa fazer para voltar, a partir desse procedimento, às configurações de fábrica do seu aparelho, é acessar o modo de Download do i9000. Com o aparelho completamente desligado, segure os botões Volume Down e Home, pressione o Power e mantenha os 3 pressionados juntos até aparecer uma imagem amarela de um “androidinho” trabalhando com uma pá circunscrito a um triângulo (essa do topo da postagem).

Se você está vendo essa imagem no seu celular, execute o Odin no seu computador e então conecte o cabo USB ao telefone. A imagem abaixo, com a porta COM6 destacada em amarelo, irá indicar que o seu computador está apto a se comunicar com o Galaxy S e “reanimá-lo” através do Odin.

 

Em PIT, selecione o arquivo “s1_odin_20100512.pit” disponibilizado acima. Em PDA, selecione o arquivo CODE_I9000XWJM8.tar.md5 que se encontra no arquivo compactado do firmware original do i9000. Em PHONE, selecione o arquivo MODEM_I9000XXJM4.tar.md5 que também se encontra no .zip do firmware original.

Marque as 3 opções que se encontram abaixo de Option. Marque inclusive a Re-Partition, que na imagem acima está desmarcada. Ela vai garantir que a partição do sistema seja refeita, caso a bobagem que você tenha feito envolva filesystem, como foi o meu caso aqui.

Feito isso, basta, obviamente, clicar em Start e esperar algum tempo. Depois da conclusão do processo, seu Samsung Galaxy S i9000 estará de volta do além. Verifique na “Galeria” se não há alguma foto de deus ou do capeta.

Você terá perdido seus dados da memória interna (não os do cartão SD) e os aplicativos instalados, mas o que é isso diante da perda total do aparelho?

Se algum de vocês souber onde podemos encontrar uma ROM para a versão brasileira do Galaxy S, o I9000b, faça o favor de indicar nos comentários e eu irei atualizar esse artigo para que ele possa ser útil a um maior número de pessoas.

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Galaxy S II, root e Clockwork Mod Recovery – como fazer e conheça as vantagens http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidgalaxy-s2-ii-root-e-clockwork-mod-recovery-tutorial.html http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidgalaxy-s2-ii-root-e-clockwork-mod-recovery-tutorial.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:24:33 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1222 Esse artigo pertence a uma série que pretendo fazer com informações e dicas específicas para o Galaxy S II. Aqui você saberá como obter acesso root e ter o Clockwork Mod Recovery no seu aparelho, liberando-o por completo para customizações. Antes de mais nada, é bom saber queesses procedimentos são arriscados e não me responsabilizo pelo … Continuar lendo Galaxy S II, root e Clockwork Mod Recovery – como fazer e conheça as vantagens

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Esse artigo pertence a uma série que pretendo fazer com informações e dicas específicas para o Galaxy S II. Aqui você saberá como obter acesso root e ter o Clockwork Mod Recovery no seu aparelho, liberando-o por completo para customizações. Antes de mais nada, é bom saber queesses procedimentos são arriscados e não me responsabilizo pelo choro de quem ocasionalmente venha a inutilizar o seu celular através deles.

O que faremos

Depois de algumas pesquisas sobre como obter acesso root no Android do Galaxy S II, decidi que a maneira mais simples e menos arriscada de proceder é simplesmente instalar um kernel otimizado da minha confiança, o Hardcore’s SpeedMod Kernel, usando o Odin.

Numa só tacada, você ganha acesso root, ganha o menu de recuperação alternativo, o ClockworkMod Recovery e ainda instala um kernel que traz algumas otimizações para o sistema. Nesse último quesito, as alterações são poucas e sutis, tendo em vista que o Android original do Galaxy S II não parece carecer tanto de otimizações.

O que é ClockworkMod Recovery e o que você ganha com ele

O ClockworkMod Recovery substitui o menu de recuperação original do seu Android. Ele está disponível para vários modelos e através dele você tem mais opções de manutenção avançada sobre o firmware instalado do que teria no recovery original do aparelho.

É através do Clockwork Mod que você, por exemplo, pode instalar uma custom ROM como o Cyanogen Mod 7 ou a MIUI ROM. Nesse artigo, no entanto, devemos nos ater à instalação dos recursos. O que fazer com eles é assunto para o futuro.

A instalação

Antes de qualquer coisa, baixe o arquivo que preparei contendo o Odin e o SpeedMod kernel num mesmo arquivo .zip. Aqui está tudo o que você vai precisar no procedimento. Feito o download, basta seguir os passos:

  • Coloque seu Galaxy S II em Download Mode. Para isso, com o aparelho desligado, pressione e mantenha pressionados Volume Down + Home + Power até que seja exibida a imagem ao lado. Em seguida, pressione Volume Up para confirmar a entrada no modo de download;
  • Execute o Odin, conecte o aparelho à USB e espere até que ele seja reconhecido, o que será indicado por um retângulo amarelo logo abaixo do texto “ID:COM” na interface do software;
  • Verifique todas as opções do Odin. As únicas que devem permanecer marcadas são “Auto Reboot” e “F. Reset Time”;
  • Clique em PDA e selecione o arquivo “speedmod-kernel-s2-k2-16-Odin.tar” que estará na pasta do Odin, pois eu mesmo incluí no pacote;

A tela do Odin com tudo pronto para o procedimento será apresentada exatamente como visto abaixo.

 

Tudo pronto, basta clicar em Start e rezar para a força superior da sua preferência. Concluída a instalação seu Galaxy S II será reiniciado e você terá não apenas acesso root no Android como também o Clockwork Mod Recovery, agora acessível através da combinação “Vol. UP + Home + Power”.

Há outros procedimentos para obter acesso root no Galaxy S II, com métodos nos quais a única modificação operada no kernel é a inclusão do acesso root. Examinei um desses procedimentos e o considerei arriscado por envolver a escolha de um kernel específico para cada baseband do firmware instalado. Uma escolha errada, nesse caso, pode criar uma situação bastante arriscada e tensa.

As vantagens do método aqui exposto são consistem no fato de ser um procedimento mais seguro, pois o mesmo kernel é compatível com qualquer firmware do Gingerbread que esteja em uso no seu aparelho, embora eu recomende checar antes no Kies e realizar o procedimento com o sistema mais atual. Ademais, com ele você ganha acesso root ao Android no Galaxy S II, além do Clockwork Mod Recovery e, de quebra, algumas otimizações para o sistema.

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Cyanogen Mod 7 e MIUI ROM – Comparativo entre roms android http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html http://www.droider.com.br/android/cyanogen-mod-7-miui-rom-um-comparativo-entre-duas-maiores-custom-roms-para-android.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:20:42 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1216 O Cyanogen MOD 7 (CM7) e a MIUI ROM são certamente os dois maiores projetos de custom ROMs para o Android. O primeiro, inclusive, já conta com mais de meio milhão de usuários e teve o seu criador contratado pela Samsung para fazer parte do seu time de desenvolvedores. Aqui falarei um pouco sobre esses … Continuar lendo Cyanogen Mod 7 e MIUI ROM – Comparativo entre roms android

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ICS-Custom-ROMS1

O Cyanogen MOD 7 (CM7) e a MIUI ROM são certamente os dois maiores projetos de custom ROMs para o Android. O primeiro, inclusive, já conta com mais de meio milhão de usuários e teve o seu criador contratado pela Samsung para fazer parte do seu time de desenvolvedores. Aqui falarei um pouco sobre esses dois grandes projetos traçando um paralelo entre eles e passando algo da experiência que tive usando e testando as duas ROMs.

O uso dessas custom ROMs tem se tornado popular e saído do gueto restrito dos nerds, com mais e mais gente se aventurando a retirar o firmware original do seu Android e substituí-lo por uma ROM customizada de sua preferência. Uma prova disso é que o tutorial ensinando a instalar o CM7 com Android 2.3.7 (Gingerbread) no Galaxy 5 é atualmente um dos artigos mais acessados e o mais comentado aqui no Droider.

Mesmo com essa onda, é preciso saber que os procedimentos de instalação envolvem riscos e é preciso se informar bastante antes de partir para a “aventura”.

CM7 e MIUI ROM – as duas maiores custom ROMs em suas semelhanças e diferenças

Há algumas grandes semelhanças entre o Cyanogen Mod 7 e a MIUI ROM. A primeira delas consiste no fato de serem trabalhos desenvolvidos desde o código obtido no Android Open Source Project (AOSP). Ou seja, são ROMs que partem do Android “limpo” em vez de meramente modificarem o firmware fornecido pelo fabricante para um determinado modelo.

A vantagem disso é que esses trabalhos resultam em ROMs mais “limpas” e otimizadas, tendo em vista que o código do Android, puro, sem bloatwares colocados lá por fabricantes e operadoras. O sistema é adaptado a cada modelo e recebe ali otimizações de desempenho cabíveis em cada caso. O objetivo é entregar um sistema enxuto e de alto desempenho, e não entulhar apps desnecessários e indesejados em nome de estratégias de mercado.

Outra vantagem, nesses casos, é a possibilidade de criação de um projeto com potencial para oferecer suporte a múltiplos modelos.

É algo muito diferente do que acontece em grupos de desenvolvedores que se ocupam em modificar firmwares de fabricantes, que não têm uma visão do todo e às vezes nem tem intimidade com a “matéria prima” necessária para expandir o suporte. A proposta desses projetos específicos é permanecer atendendo a um só modelo.

No caso das custom ROMs baseadas no AOSP, onde todo o trabalho parte do código fonte original do Android, é diferente. Para que mais e mais modelos sejam suportados só é necessário mais “material humano”, mais força de trabalho para as comunidades e, sobretudo, a parte talvez mais complicada, gerir e administrar esses múltiplas adaptações para diferentes celulares e tablets com Android tendo em vista o controle de qualidade.

De qualquer maneira, tanto o CM7 quando a MIUI ROM têm conseguido sucesso em vencer tais adversidades e são ambas ROMs com suporte a inúmeros modelos de celulares com Android, ambas baseadas no código do AOSP. Nesse sentido, as duas ROMs têm filosofias de desenvolvimento muito assemelhadas, de forma que ambas se tornaram verdadeiras distribuições do Android.

Outro detalhe importante é o grande intercâmbio de experiências e de recursos entre os dois projetos. Embora a MIUI ofereça uma verdadeira “quebra de paradigma” em se tratando de design no Android, a parte mais profunda do sistema operacional é assemelhada e em muitos casos, quando se trata de um mesmo aparelho, o kernel do sistema chega a ser o mesmo. Disso resulta uma grande aproximação de ambas as ROMs em termos de desempenho e de estabilidade. No fim das contas, elas divergem mesmo é no design.

MIUI ROM e sua mudança profunda na interface do Android

miui1_thumb

Expostas as semelhanças, resta destacar que a maior diferença entre as duas ROMs consiste nainterface padrão trazida em cada uma delas. Enquanto o Cyanogem MOD 7 segue uma linha muito aproximada do que é visto no Android do Nexus S, usando para isso o ADW Launcher, a MIUI ROM trabalha uma alteração profunda na interface do sistema operacional e até mesmo na forma de operá-lo, algo criticado pelos mais “xiitas” por ser muito assemelhado ao iOS.

A principal mudança, que desagrada aos usuários mais “tradicionalistas” do Android, é o desaparecimento da distinção entre o “app drawer” e as “home screens”. Ou seja, o Android perde aquela divisão entre o lugar onde são listados os ícones para os apps, app drawer, e as home screens onde são posicionados atalhos e widgets a gosto do usuário. Tudo passa a funcionar num só ambiente, dividido em telas que deslizam lateralmente, bem ao estilo iOS.

Ainda será possível usar widgets personalizados e posicioná-los conforme as preferências de cada um, o que o iOS até hoje não possibilita, mas com a MIUI o usuário terá de aprender a se virar distribuindo tudo em um só ambiente. Não é uma adaptação muito simples, digo por experiência própria.

Por outro lado, ao ganhar intimidade com o tratamento dado pela MIUI à interface e, sobretudo, com a facilidade de aplicação de temas que trazem mudanças interessantíssimas para o design e para a interação com o sistema, alguns usuários poderão acabar gostando muito da experiência.

Algo interessante na MIUI, ainda no quesito design, é que vários dos aplicativos originais do Android são modificados ou substituídos por outros com interfaces mais ao estilo da ROM, harmonizando o navegador do Android, o music player, os contatos e etc. com o estilo de design da ROM, além de oferecer também um conjunto de belos widgets.

miui-player_thumb

É bem possível que você se adapte e até goste da MIUI ROM, o perigo é chegar um desses fanboys xiitas do Android, olhar pra ela com aquela cara de iOS e soltar “você é um traidor do movimento, véio”.

Por modificar profundamente a interface do Android, a MIUI ROM precisa ser traduzida em cada uma de suas versões, para cada aparelho. No caso do Cyanogen Mod 7, como o Android AOSP já possui o português brasileiro entre suas línguas, a ROM já inclui o idioma originalmente, nas versões existentes para qualquer modelo de celular ou tablet com Android suportado.


tabela-cyanogen-mod-miui-rom_thumbHá um time bastante competente trabalhando nas traduções da MIUI rom para o português brasileiro, organizado na comunidade MIUI Brasil.

Outra peculiaridade das duas ROMs é que elas já marcam presença na indústria, tendo saído do “underground” e chegado ao “mainstream” cada uma à sua maneira. No caso do Cyanogen Mod, esse passo foi dado com a contratação do seu criador, Steve Kondik, pela Samsung, que agora tem esse grande talento no seu quadro de desenvolvedores.

Usuários no mundo inteiro já clamaram para que algum fabricante de celular com Android lançasse um modelo que viesse de fábrica com o Cyanogen Mod 7, mas tais apelos nunca foram ouvidos pelas grandes marcas. Já a MIUI ROM, essa encontrou seu caminho para as prateleiras do comércio com o lançamento do Xiaomi M1 Phone, interessante produto de uma empresa chinesa que entrega um Android com hardware poderoso por algo em torno de US$ 300,00.

MIUI ROM ou Cyanogen Mod 7 – uma questão de escolha

Esse trecho do artigo é bastante pessoal e expõe minhas conclusões por já ter testado bastante as duas ROMs. É bom deixar claro que não sou de posar de dono da verdade pra dizer o que é melhor nem em discussões sobre Android x iPhone. Prefiro analisar as coisas tentando identificar aquilo que mais de adequa a determinados perfis de usuários e, com base nisso, fornecer sugestões que não se pretendem verdades absolutas.

Após testar bastante as ROMs e me tornar admirador de ambos os projetos pelo que entregam em termos de desempenho, devo confessar que minha preferência é pelo Cyanogen Mod por achá-lo mais adequado ao que procura um usuário de Android como eu, que gosta de moldar o próprio sistema sem que o desenvolvedor me determine o rumo a ser seguido para tanto.

A questão é que a MIUI tem o seu foco no design e com isso ela acaba “amarrando” o usuário para que ele siga a linha estabelecida na sua concepção. Não faz sentido pegar uma ROM como a MIUI e trocar o launcher. Se você pretende usá-la, deverá fazê-lo com o launcher padrão e escolher, entre as boas opções de temas oferecidos, um que de adapte ao seu gosto. A trunfo desse projeto é a integração entre o design da interface, que se harmoniza com os widgets e os apps disponibilizados.

Já o Cyanogen Mod abraça a ideia de liberdade para montar e desmontar o Android ao seu gosto, uma das características que mais me agradam no sistema operacional e da qual não consigo abrir mão. Originalmente, ele traz o ADW Launcher e recebe um tema que tem toda a cara do Gingerbread que acompanha o Nexus S, mas isso é detalhe. A ideia é que você possa mexer nele como quiser, trocar de launcher, usar os widgets que bem entender ou até mesmo aplicar temas para a própria ROM. Ele pode nunca ficar “lindo” como a MIUI ROM, mas certamente irá agradar àqueles que curtem fazer suas próprias alterações.

Não me admira, diante disso, que o Cyanogen Mod 7 seja um projeto maior e mais popularizado do que a MIUI ROM. Isso porque um usuário de Android que chega ao ponto de ficar experimentando custom ROMs já é um usuário mais íntimo do funcionamento do sistema. É muito provável que ele curta mais moldar as coisas à sua maneira do que seguir uma linha determinada.

Ou seja, entre os usuários que chegam a mexer com custom ROMs, pelo que observo, é mais provável que o Cyanogen Mod conquiste mais espaço. Por outro lado, conheço usuários avançados que se adaptarem bem à MIUI ROM e estão bem com ela. Não há verdade absoluta aqui, assim como não há em quase nenhum assunto. Tudo é questão de preferências e de perfis de usuário.

O significado desses projetos

Com atenção constante sobre o Android como plataforma, procurando analisar o que acontece e produzir bom conteúdo sobre o tema, já cheguei a falar sobre a paradoxal posição do Android como um projeto open source, que se dá por termos nele um projeto de código aberto, mas que não tem a proposta de ser gerido pela comunidade.

Embora o Android seja muito alardeado como um sistema “livre”, o que de certa forma se verifica pelas amplas possibilidades de customização, incluindo a troca do launcher, do teclado padrão e de outras partes do sistema, a verdade é  que os trabalhos com ROMs alternativas ainda correm às margens da lógica de gestão da plataforma.

O código do Android está lá para quem quiser trabalhá-lo e desenvolver em cima, mas ele é, na maior parte das vezes, “expropriado” pelos fabricantes que, ao adaptarem o sistema aos seus celulares e tablets, o fazem usando drivers de dispositivo com código fechado ou travando bootloaders, dificultando a adaptação de outra ROMs para esses aparelhos.

Não se trata de um sistema completamente aberto. Ele sai aberto do AOSP mas recebe um “fechamento” por parte dos fabricantes e, muitas vezes, é “reaberto na marra” pelas comunidades, que tem de recorrer a hacks para realizar seus trabalhos.

O que esses projetos fazem é, através de um trabalho hercúleo, subverter a ordem das coisas na plataforma e criar verdadeiras distribuições do Android, completamente geridas pela comunidade, quando a lógica de gestão da plataforma não é, originalmente, essa. É justamente aí que reside a beleza disso tudo, além de, é claro, na qualidade do produto final entregue aos usuários.

Custom ROMs para as massas?

Um grande problema dessas iniciativas, quando se trata de popularização, é a chegada até o consumidor médio, “normal”, tendo em vista que os procedimentos de instalação não são simples e muitas vezes envolvem riscos de danos ao equipamento.

Boa parte dos problemas ocorridos na instalação de uma custom ROM podem ser revertidos por um usuário mais avançado, mas em alguns casos você pode destruir efetivamente um aparelho, sem volta.

Instalar uma distribuição do Linux em um PC é algo cada vez mais fácil, não requerendo conhecimentos muito profundos para a tarefa. É algo que foi ficando mais e mais simples com a evolução das distribuições e, convenhamos, não dá pra imaginar alguém destruindo um computador numa tentativa de instalar o Ubuntu.

Já no Android, o procedimento de instalação de uma custom ROM muda conforme o dispositivo utilizado. Alguns passos básicos são comuns aos procedimentos, mas os detalhes do processo de instalação são específicos de cada aparelho, o que complica um bocado a popularização dessascustom ROMs.

Já tivemos aqui no Droider o detalhamento do processo de instalação do Cyanogen Mod 7 em dois modelos de celulares com Android Samsung Galaxy 5 i5500b, Samsung Galaxy S. A instalação da MIUI é muitíssimo semelhante. Como ambas precisam ser instaladas a partir de um “custom recovery” como o Clockwork Mod, é muito fácil, inclusive, alternar entre as duas.

Seria um prazer, para mim e acredito que para os leitores, se eu tivesse acesso a mais aparelhos para apresentar aqui as possibilidades de cada um nessa área de customizações, mas essa iniciativa dependeria de um apoio muito difícil de ser obtido. O blog não recebe sequer aparelhos para reviews convencionais, quanto mais para esse tipo de testes “menos ortodoxos”. Por enquanto, e talvez por muito tempo, o que poderei produzir por aqui tratará dos aparelhos que tenho em mãos, pagos do meu bolso mesmo.

Por outro lado, depois que a Samsung contratou o Steve Kondik como desenvolvedor e até mesmo a Motorola já fala em abertura de bootloaders, quem sabe o Droider não se credencia para conduzir e relatar testes nessa área, com apoio de alguma dessas empresa? Se eles toparem, eu topo.

Quem tiver interesse sobre o tema e quiser debater sobre o Cyanogen Mod, a MIUI e custom ROMs para o Android em geral, seja bem-vendo aos comentários que, em se tratando desses temas, estamos em casa.

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Seu Galaxy S II de volta ao sistema original e sem operadora http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidseu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora.html http://www.droider.com.br/android/samsung-galaxy-s-ii-androidseu-galaxy-s2-de-volta-ao-sistema-original-sem-marcas-de-operadora.html#comments Tue, 10 Feb 2015 19:09:24 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1213 Alguns leitores vêm pedindo orientação em questões que podemos resolver num só texto. São dúvidas sobre como voltar o Galaxy S II i9100 para o sistema original após ter instalado uma custom ROM, ou mesmo um kernel customizado como o Hardcore’s SpeedMod. A dica serve ainda para quem recebeu seu aparelho com o sistema operacional alterado … Continuar lendo Seu Galaxy S II de volta ao sistema original e sem operadora

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Alguns leitores vêm pedindo orientação em questões que podemos resolver num só texto. São dúvidas sobre como voltar o Galaxy S II i9100 para o sistema original após ter instalado uma custom ROM, ou mesmo um kernel customizado como o Hardcore’s SpeedMod. A dica serve ainda para quem recebeu seu aparelho com o sistema operacional alterado por alguma operadora e deseja instalar nele o Android original fornecido pela Samsung, sem qualquer “apioramento”. O procedimento é simples e rápido, embora, como sempre, aviso que flash de firmware envolve riscos.

Apresentando o Odin

O Odin, velho conhecido aqui no blog, é um software de manutenção da Samsung que, supostamente, deveria ser usado apenas em assistências técnicas mas, para a nossa sorte, acaba caindo na internet e se tornando uma ótima ferramenta tanto para quem  mexe com customizações como para alguém, numa emergência, precisa recuperar o seu aparelho de uma eventual pane no software.

Vale lembrar que, antes de usar o Odin, você precisa ter a última versão do Kies instalada no seu Windows ou MacOS. Isso devido aos drivers da Samsung que são requeridos para utilização do programa.

Arquivos necessários

Tudo o que você irá precisar para resolver todos os problemas mencionados no início desse texto pode ser baixado a seguir.

Baixe, descompacte e mantenha esses arquivos à mão para o procedimento. A ROM está num arquivo .EXE de auto-extração.

Procedimento

Aqui vale repetir o aviso de que esse procedimento, assim como qualquer um envolvendo instalação de firmware, envolve riscos pelos quais não me responsabilizo. Seu aparelho não pode estar com pouca carga na bateria, sob pena de aumentarem exponencialmente os riscos de algo sair errado.

Vale lembrar também que é preciso ter a última versão do Kies instalada e ele não deve estar rodando durante a utilização do Odin. Instale o Kies como preparação, mas mantenha o software fechado. Ele não pode estar sequer minimizado na tray. Feitos os esclarecimentos, siga os passos:

  1. Com o seu aparelho desligado, ligue segurando ao mesmo tempo os botões “Volume Down”, “Home” e “Power”. Mantenha os três pressionados até que apareça uma tela com um “Warning!!” verde no topo e um aviso sobre os riscos de customizações do aparelho. As opções são “Volume Up” para continuar ou “Volume Down” para cancelar e reiniciar o aparelho. Não selecione nenhuma das duas agora;
  2. Execute o Odin e, em PDA, selecione o arquivo GT-I9100_ZTO_I9100UHKI1_I9100UHKI1_I9100ZTOKI1.tar que você baixou.  Lembre-se, ele é extraído do EXE. Não mexa em qualquer outra opção;
  3. Conecte seu aparelho à USB e pressione Volume Up para que ele entre no Download Mode e possa ser reconhecido pelo Odin.
  4. Pressione start, aguarde, e NÃO INTERROMPA. Interrupções nesse momento colocarão seu dispositivo em sérios riscos.

 

Se o seu interesse é ter o Android devolvido ao seu estado original por completo, o ideal é que um factory reset seja feito depois desse procedimento, tendo em vista que ele não formata as partições de dados e os apps instalados serão mantidos, provavelmente acompanhados de algum mau funcionamento do qual você esteja querendo se livrar.

Para realizar o factory reset, acesse o menu de recuperação. Ligue o aparelho mantenho pressionados os botões “Home” e “Volume Up”, segurando o Power juntamente com eles por alguns segundos. Você deve soltar o Power e os outros dois botões devem continuar pressionados. Continuar segurando o Power, fará o aparelho ser reiniciado antes de entrar no menu de recuperação.

No Menu de recuperação, use Volume UP e Volume Down para navegar pelas opções e “Menu” para ativar a opção escolhida, que nesse caso será a Wipe Data/Factory Reset. Depois de concluída essa etapa, o seu SGS2 estará como se fosse entregue, de fábrica, com  a mais atual das ROMs fornecidas pela Samsung para esse aparelho no Brasil.

Seguindo essa dica você estará instalando um firmware original da Samsung para o Galaxy S II brasileiro, na versão mais atual (UHKI1) e completamente “unbranded”, ou seja, ele não foi bagunçado por nenhuma operadora.

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anlise-completa-samsung-galaxy-i9000 http://www.droider.com.br/android/anlise-completa-samsung-galaxy-i9000.html http://www.droider.com.br/android/anlise-completa-samsung-galaxy-i9000.html#comments Mon, 09 Feb 2015 19:14:22 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1211 É preciso, de início, ressaltar que o aparelho aqui analisado é a versão internacional, portando não há nele o receptor e decodificador de HDTV incluído na versão brasileira. Com a versão brasileira, i9000B, você terá tudo que eu tenho aqui e, como extra, HDTV no seu bolso, inclusive com possibilidades de gravar a programação. Seguindo … Continuar lendo anlise-completa-samsung-galaxy-i9000

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É preciso, de início, ressaltar que o aparelho aqui analisado é a versão internacional, portando não há nele o receptor e decodificador de HDTV incluído na versão brasileira. Com a versão brasileira, i9000B, você terá tudo que eu tenho aqui e, como extra, HDTV no seu bolso, inclusive com possibilidades de gravar a programação.

Seguindo o roteiro padrão desse tipo de análise, começarei pela apresentação física do aparelho. Empunhadura, acabamento, estética. Considero o Galaxy S praticamente impecável nesse sentido. Comprar um celular com uma tela de 4 polegadas sem antes poder vê-lo pessoalmente, como eu fiz, é um tanto temerário. Meu medo era de que chegasse aqui um tremendo trambolhão.

“Look and feel”

O primeiro Galaxy S que pude ver de perto e ter em mãos foi o meu, já comprado, e a surpresa foi absolutamente positiva. A Samsung conseguiu, com a sofisticação do design, fazer com que o aparelho entregasse uma “telona” de 4 polegadas, que facilita muito a navegação na web, o uso de conteúdo multimídia e de outras aplicações em geral, sem que isso comprometesse a estética ou a portabilidade do smartphone. Ele é incrivelmente fino e leve e vai muito bem no bolso da calça, além de ser muito bonito.

A superfície frontal, com a tela desligada, apresenta um plano preto bastante polido, cercado por uma moldura arredondada em cor de chumbo. A apresentação estética é ao mesmo tempo sofisticada e sóbria, o que me agradou bastante.

A tampa traseira é de material plástico, o que faz muitos acharem que compromete a construção e que pode aludir a “coisa vagabunda”, mas, acredite, não sei que polímero é utilizado e nem qual a técnica empregada, mas esse plástico aqui não compromete em nada a estética ou a resistência do aparelho. Pelo contrário, ele deve ser um dos fatores que colaboram para que ele seja tão surpreendentemente leve e mesmo assim continue com uma excelente apresentação estética.

 

Devido ao fato de ser muito leve e fino, o i9000 pode ser um problema para usuários excessivamente desastrados. Essas características tornam a empunhadura menos firme em algumas situações. Essas características podem fazer com que, num eventual descuido, o aparelho seja derrubado ou até arremessado longe. Talvez seja um problema para desastrados crônicos ou para bêbados contumazes. Não chequei e não pretendo checar tão cedo a resistência dele a quedas. Se quiserem, podem fazer aí uma “vaquinha” pra me pagar um novo, que aí eu faço os testes.

Há outra questão referente à empunhadura, que não consiste em um problema do aparelho, mas sim numa recomendação de uso. O Galaxy S, se adequadamente configurado, utiliza a câmera frontal de vídeo-chamadas para dosar o brilho da tela de maneira a adequá-lo ao ambiente e, também, poupar bateria. Se você estiver num ambiente ensolarado e segurar o aparelho cobrindo essa câmera, ele irá “entender” que você está no escuro e irá reduzir o brilho da tela, fazendo com que ela não possa competir bem com a luz do sol, coisa que ele faz com perfeição em seu funcionamento normal.

Acessórios que acompanham

Nisso eu fiquei impressionado com a pão-durice da Samsung. Até meu Motorola Quench, que é um Android de modelo mais econômico, acompanhou um carregador automotivo. O Galaxy S, tido por aí como o “Android dos Androids” não veio acompanhado desse acessório tão fundamental. Acompanham o aparelho: cabo USB, carregador para tomadas convencionais (bivolt) e um “in ear” phone.

Como tive que ir às compras no ebay, descobri que os acessórios que tornariam o pacote muito mais interessante, como o carregador automotivo e o cabo para TV-Out, custam uma bagatela. Quer dizer, seria muito mais elegante da parte da Samsung colocar logo isso na embalagem.

Para compensar, fiquei positivamente surpreso com a qualidade dos fones “in-ear”. Como os leitores mais antigos já sabem, gosto muito de música e considero fones ‘”in-ear” acessórios básicos de sobrevivência no mundo atual. Um dia desses parei para lanchar em um lugar e, na minha frente, estava a capa da Sexy com a Geysi arruda, enquanto o “som ambiente” tocava Justin Bieber.

A salvação num lugar desse é você se isolar daquele mundo insalubre acessando internet e ouvindo música no smartphone, de preferência com um fone “in-ear” que assegure o seu total isolamento da realidade ao seu redor, mas vamos voltar ao review do Galaxy S.

Desempenho e hardware

O Galaxy S i9000 é perfeitamente capaz de impressionar nesse quesito logo na primeira iniciação do sistema. Você não vai sentir qualquer necessidade de sair fazendo “tweaks” de otimização de desempenho. O Android 2.1 (Eclair) que a Samsung entrega instalado no aparelho roda com uma fluidez impressionante, tanto na navegação pela interface quanto no carregamento dos aplicativos e na alternância entre eles.

O hardware do i9000 pode rodar com muita folga tanto a versão atual quanto, acredito, várias versões vindouras do Android, o que pode ser, inclusive, apreendido por esse benchmarkrealizado aqui com o Quadrant.

 

Caso você seja do tipo muito ligado em tweaks de desempenho, poderá lançar mão dessa dica aqui, que é capaz de elevar consideravelmente a performance do sistema. O gráfico acima, que mostra o Galaxy S i9000 “surrando toda a concorrência”, foi gerado pelo teste do aparelho após o uso desse método.

O hardware responsável por esse bom desempenho consiste em um processador ARM Cortex A8 de 1GHz, com 512Mb de memória RAM. O i9000 traz também 8Gb ou 16Gb para armazenamento interno, dependendo do modelo, dos quais 2Gb são reservados para instalação de aplicativos, o que permite instalar praticamente tudo o que você quiser sem enfrentar qualquer aperto, além do que, após a atualização para o Froyo, boa parte dos aplicativos permite ser transferida para a memória de armazenamento comum e até para um cartão Micro-SD, que pode ser instalado no aparelho acrescendo até 32Gb ao espaço total disponível. É praticamente um “supercomputador” no seu bolso.

Outro “segredo do sucesso” desse sistema está na GPU utilizada, baseada no chip SXG540, da PowerVR, capaz de processar imagens tridimensionais com a velocidade de até 90 milhões de triângulos por segundo em OpenGL e de acelerar a decodificação de filmes em formatos de alta definição, poupando o processador central e fazendo um uso mais eficiente da bateria. O resultado é que, caso decida usar o Galaxy S para entretenimento, você poderá se divertir muito mais e por muito mais tempo, seja com filmes ou com jogos. Essas possibilidades podem ser testadas instalando alguns joguinhos disponíveis na “Samsung Apps”, um tipo de “Market” da própria Samsung que vem no aparelho.

A tela Super AMOLED que equipa o Galaxy S é uma peça de hardware no “estado da arte”. Ela é recoberta com Gorilla Glass. Um tipo de vidro com maior resistência a arranhões, anunciado como “inarranhável”, mas pra mim isso é malandragem publicitária. Quem quiser que eu tente arranhar pra conferir, basta contribuir na vaquinha pra me dar um aparelho novo. Depois eu faço aqui um sorteio do arranhado pra vocês.

O que importa é que a “telona” de 4 polegadas do i9000 oferece uma imagem com qualidade de fazer cair o queixo, com excelentes cores, brilho e contraste. É capaz de agradar aos olhos mais exigentes dos entusiastas de alta definição.

Quando à resposta aos toques, é uma tela capacitiva perfeita, respondendo adequadamente em todas as situações e disponibilizando também recursos de multitouch, como “pinch to zoom”, habilitados no navegador, na galeria de fotos e em diversas partes do sistema operacional. A responsividade do sistema ao toque é incrível, seja pela qualidade da tela ou em decorrência da robustez do hardware que “empurra” o sistema operacional. Você toca, ele responde, e tudo flui de maneira incrivelmente ágil.

Nos casos em que você precise de mais do que 4 polegadas de tela, é possível lançar mão do TV-Out do aparelho, que pode enviar para a TV o que quer que esteja se passando na tela, juntamente com o áudio reproduzido. Infelizmente é uma saída vídeo composto, nada de mini-HDMI.

Falando em alta definição, o aparelho conta com uma  câmera frontal capaz de filmar em 720p a 30fps e de bater fotos em até 5 megapixels, mas sem flash. A verdade é que flash em câmera de smartphone é o tipo da coisa que, quando você precisa usar, descobre que nenhum deles presta e acaba tirando uma foto escura e granulada que nem deveria ter tirado. Se você não tem o flash, você já sabe que não vai dar certo e simplesmente não tira. Menos lixo ocupando a memória de armazenamento. Eu preferia que ele estivesse aqui, até para poder usar um aplicativo de lanterna, numa eventualidade, mas não me incomoda tanto a ausência.  Há também uma câmera frontal para vídeo-chamadas.

Sistema operacional

Aqui eu tive outra surpresa bastante positiva. O Galaxy S vem com uma versão customizada pela Samsung do Android 2.1 (Eclair) e com o lançamento da versão 2.2 (Froyo) já iniciado e realizado em alguns países.

As customizações feitas por fabricantes sobre o Android consistem, principalmente, na aplicação de um “launcher” próprio, que é a interface gráfica, em si, do sistema, além de alterações na parte de contatos do telefone e da implementação de recursos para integração com redes sociais.

Como “veterano” na plataforma, já pego um aparelho predisposto a trocar, de cara, o launcher, porque até ver o do Galaxy S nenhum desses desenvolvidos pelos fabricantes de aparelhos havia me agradado, assim como a troca de experiência com outros usuários indica que a insatisfação com esses launchers de fabricantes é quase que generalizada. Todo mundo acaba migrando ou para o Launcher Pro ou para o ADW Launcher.

Até agora, em geral, tenho gostado bastante das alterações implementadas pela Samsung no Android. A interface TouchWiz 3.0 é bastante bem acabada esteticamente e tem um ótimo desempenho, possibilitando uma navegação incrivelmente fluida pelo sistema, sem qualquer “engasgo” observável. Cheguei a instalar o ADW para comparar o desempenho, mas não há qualquer diferença perceptível. Acabei deixando a da Samsung mesmo, que me agradou muito.


Quanto à integração com redes sociais, o Android da Samsung traz o Social Hub, que tem a vantagem de não ser tão “invasivo” sobre todo o sistema operacional quanto outras soluções dessa natureza. Se você quiser, ele cumpre a função. Se você não quiser, ele também não atrapalha. Um detalhe interessante é a  inclusão, no aplicativo do calendário, de lembretes referentes aos convites para eventos que você recebe através do Facebook. Gostei da ideia.

A verdade é que boa parte dos usuários avançados acaba buscando em outros aplicativos suas próprias soluções para acesso a redes sociais. Um sistema muito “invasivo”, como o Motoblur, da Motorola, acaba se tornando desvantajoso tão logo você adquira mais intimidade com o Android. Essas soluções tem apelo meramente marqueteiro e considero correta a decisão da Samsung de deixar o seu Social Hub mais discreto, mais “na dele”, podendo ser usufruído pelo iniciante sem atrapalhar a vida do usuário avançado.

Agora, uma das melhores surpresas que tive no que concerne ao trabalho da Samsung sobre o Android foi a parte de multimídia, que se espera ser um ponto forte em um aparelho como esse, com o hardware capaz de alto desempenho e equipado com uma “telona” de 4 polegadas.

Considero o mVidepPlayer, disparado, o melhor reprodutor de vídeo que já testei na plataforma Android, mas veja o que diz o desenvolvedor, já irritado com os constantes pedidos para implementação de suporte ao container de vídeo MKV:

THIS APP DOES NOT PLAY AVI, MKV ETC. AND NEVER WILL UNLESS YOU GOT A PHONE THAT SUPPORTS IT.

Se o cara usou até essa caixa alta, é porque ele já vem se irritando com o volume de pedidos que, efetivamente, não pode efetivamente atender. No Android, um splitter de MKV fica melhor implementado em nível de sistema operacional. Eu nunca tive sequer esperança de ver esse suporte implementado dessa forma, mas, como “fuçador crônico”, mandei um episódio de seriado em MKV, com resolução de 720p, junto com seu respectivo arquivo .SRT da legenda em português e, para minha surpresa, o mVideoPlayer, no Galaxy S, reproduziu tudo lindamente!

Suspeito que o splitter de MKV esteja funcionando realmente em nível de sistema operacional, porque, além de o próprio mVideoPlayer, que não oferece suporte ao formato, ter funcionado no teste, todo player com suporte a H.264 que eu tenha experimentado foi capaz de reproduzir os arquivos, mesmo que o software não mencionasse suporte a esse container.

Ou seja, se você tem por aí arquivos de vídeo que deseja ver “on-the-go”, em salas de espera, seja lá onde for, basta passar pra dentro do seu Galaxy S que o mVideoPlayer faz o resto. Tudo isso graças a uma muito bem vinda implementação da Samsung no sistema operacional. Funciona perfeitamente tanto no Eclair quanto no Froyo. Foi-se o tempo em que você precisava fazer qualquer alteração nesses arquivos para reproduzí-los no smartphone.

Sempre acompanhei os trabalhos do pessoal do Cyanogen e curti a ideia de estarem trabalhando numa ROM customizada para o Galaxy S. Para mim, a situação ideal, como entusiasta da plataforma e como usuário avançado, era ter suporte de uma comunidade de desenvolvimento independente, na parte do sistema operacional, e um hardware robusto que cumprisse as mais duras missões. Por hora, minha concepção mudou completamente no tocante ao sistema operacional. Pretendo ficar com a ROM da oficial até que algo muito concreto me faça mudar de ideia. É uma questão de não trocar o certo pelo duvidoso. A Samsung está de parabéns pelo trabalho nas suas ROMs para esse smartphone.

Perspectivas para o futuro

Colocar as mãos no Galaxy S novinho e já ter como instalar, de cara, o Froyo oficial fornecido pela Samsung no meu aparelho foi uma grata surpresa. Tudo bem que precisei lançar mão de artifícios que não estão ao alcance de qualquer usuário. Por mais simples que o procedimento seja, ele não é tão acessível ao usuário “comum” quanto a atualização oficial, lançada na data acertada e fornecida normalmente pelo fabricante.

O que importa é que, estando com o Eclair original ou com o Froyo obtido através do macete da atualização antecipada, o adquirente de um Galaxy S está, hoje, muito bem servido. O hardware do aparelho roda lindamente ambos os sistemas e em qualquer caso você tem na sua mão um mundo de recursos e possibilidades, pois o até mesmo o Eclair ainda é compatível com a maior parte dos aplicativos disponíveis no Android Market.

Mesmo para quem não pode ou não quer antecipar sua atualização, ela está aí chegando, sendo disponibilizada gradativamente para os usuários no mundo inteiro, começando pela Europa. É compreensível haver um pouco mais de demora pros lados de cá, pois a versão brasileira do aparelho conta com o sistema de recepção e decodificação de HDTV que demanda um trabalho de software a parte, que precisa ser feito por fora, pois esse recurso não é encontrado na versão internacional. Ligue na novela da Globo e fique esperando mais um pouco o Froyo sair por aqui.

Com o Froyo instalado, temos um “fôlego extra” contra o tal problema da fragmentação da plataforma Android, que apresenta diferentes versões do sistema operacional coexistindo, enquanto os aplicativos nem sempre são compatíveis com as versões mais “antigas”.

 

Algo animador no horizonte é que, caso se confirme que o próximo Android “adotado como oficial” pelo Google será mesmo um Samsung muito parecido com o Galaxy S, teremos boas chances de continuidade nas atualizações, mesmo que isso se dê extra-oficialmente, com o pessoal do desenvolvimento independente tirando proveito do que for lançado para o Nexus S para fazer um port para o i9000.

A longo prazo, pelo que sabemos da plataforma, todos irão depender de atualizações extra-oficiais. A Samsung levará o Galaxy S até o próximo Android, Gingerbread? Isso não está, sequer, prometido, até onde eu sei. O que torna as atualizações promissoras é realmente o detalhe mencionado no parágrafo anterior, além do fato de o aparelho ter conquistado uma imensa legião de fãs, muitos deles dá trabalhando dedicadamente no desenvolvimento alternativo.

Conclusões

Conforme o exposto, fica evidente que minha avaliação do Samsung Galaxy S i9000 é quase que totalmente positiva. Não vejo sentido em falar em “iPhone 4 killer”, porque nesse mercado as diferentes soluções coexistem e diferentes perfis de usuário irão se adequar a elas. Em termos de apresentação estética e capacidade do hardware, os aparelhos são bastante  assemelhados, acho que até por uma dose de cara-de-pau da Samsung, pois do design do Galaxy S aparenta ser demasiadamente “inspirado” no do iPhone 4.

O importante numa escolha desse tipo é saber o que esperar de cada plataforma e saber em que eles se adequam mais ou menos ao seu perfil de usuário. Meu palpite é que, conforme a Bia Kunze conclui nesse ótimo review, o iPhone 4 oferece maior facilidade de adequação ao usuário comum, enquanto o Galaxy S, assim como a própria plataforma Android, se comunica mais com o seu lado “entusiasta” de tecnologias e sistemas e oferece uma maior abertura para que você possa explorar com mais liberdade tudo que a tecnologia móvel mais atual pode oferecer.

No fim das contas é isso. Um iPhone 4 vem do jeito que a Apple o idealiza. Meu Galaxy S ainda está, por enquanto, do jeito que foi feito pela Samsung, por decisão minha e somente. A partir do momento em que algum detalhe dele me incomodar, posso substituí-lo através das amplas possibilidades de customização ou até da troca completa de sua interface gráfica. Eu gosto de ter isso à mão, mesmo que por hora não queira mudar nada.

Não acredito que o suporte ao flash player completo, implementado no Froyo, possa ser, sozinho, o fator decisivo na escolha entre um iPhone 4 ou um Galaxy S, mas o suporte está aqui e eu também gosto de tê-lo disponível. Há quem diga que o flash não se adequa, em absoluto, às plataformas móveis, mas, nos testes que fiz até agora, não sei se influenciados pelo hardware mais robusto do Galaxy S, mostraram tudo funcionando exatamente como deve funcionar.

 

A questão do flash, por outro lado, é bastante ilustrativa de como as coisas funcionam diferentemente nas duas plataformas. Do lado da Apple, o fabricante já decidiu que flash não serve para nada e pronto, não vai ter suporte no iOS dos iPhone. No caso do Froyo no Galaxy S, o Flash player está aqui no Android Market, disponível a um leve toque do seu dedo. Se você instalar e considerá-lo uma porcaria, desinstale, mas a escolha fica com você. Eu gosto disso.

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ADW Launcher EX analisado http://www.droider.com.br/android/adw-launcher-analisado.html http://www.droider.com.br/android/adw-launcher-analisado.html#comments Mon, 09 Feb 2015 19:05:10 +0000 http://www.droider.com.br/?p=1206 Primeiramente, vamos dar uma colher de chá para os “não-iniciados”. No Android, o launcher é o software responsável pela interface gráfica do sistema operacional. A beleza das suas telas e a maneira como você interage com o sistema depende diretamente dele. É ele que define a aparência e o comportamento tanto das telas principais do … Continuar lendo ADW Launcher EX analisado

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Primeiramente, vamos dar uma colher de chá para os “não-iniciados”. No Android, o launcher é o software responsável pela interface gráfica do sistema operacional. A beleza das suas telas e a maneira como você interage com o sistema depende diretamente dele. É ele que define a aparência e o comportamento tanto das telas principais do sistema (aquelas onde você coloca seus atalhos e widgets) quanto do app drawer, que  é aquele ambiente onde são exibidos os atalhos para todos os softwares instalados, ordenados em linhas e colunas.

As possibilidades customização sempre foram apontadas como uma grande vantagem do Android sobre o iOS dos iPhone, por exemplo. Aqueles que gostavam de deixar seu smartphone com outra aparência que não aquela determinada pelo fabricante estiveram, nos últimos tempos, divididos entre o ADW Launcher e o Launcher Pro.

Apesar de o Launcher Pro estar com uma nova versão completamente reescrita passível de ser lançada a qualquer momento, seu principal concorrente saiu na dianteira com o lançamento do ADW Launcher EX, que é uma versão revista e ampliada desse já excelente software.

O páreo entre entre esses dois launchers sempre foi duro, mas eu sempre tive alguma preferência pelo ADW por preferir o app drawer com background transparente dispondo os atalhos para os aplicativos em “páginas” deslizáveis na horizontal, coisas que só ele oferecia. Aquele app drawer com fundo preto dá à interface uma aparência de celular chinês fuleiro desses que se disfarçam de smartphone.

Acontece que, com o lançamento do ADW Launcher EX e com a demora para o surgimento da nova versão do Launcher Pro, o ADW, na minha opinião, passou a reinar absoluto (pelo menos temporariamente). Não apenas pela demora no avanço do concorrente, mas porque o que era bom ficou infinitamente melhor, como passo agora a descrever

Antes de mais nada, vamos às características que não saltam aos olhos, àquilo que você não poderá ver em screenshots. O novo ADW está destacavelmente mais rápido e mais estável. Já estou usando há algum tempo no Galaxy S – e o meu é abarrotado de coisas instaladas – e o sistema está todo maravilhosamente ágil e sem apresentar um problema sequer de estabilidade. Pude comparar com o Launcher Pro e com uma versão otimizada do TouchWiz da Samsung e o ADW, em matéria de agilidade, supera ambos tanto na navegação entre as telas do “desktop” quanto no paginamento do app drawer.

Além da já excelente vantagem de ser o mais ágil entre os launchers testados, o ADW agora está mais bonito do que nunca e com muito mais opções para você personalizar o comportamento da interface em todos os ambientes. Além disso, o software permite que a interface seja totalmente remodelada com muita facilidade a partir da instalação de temas, disponíveis aos montes no Android Market. Veja nas imagens abaixo as telas do meu SGS com os widgets e atalhos que configurei aqui usando o Senses ADW Theme.

A nova versão adiciona uns detalhes interessantes ao comportamento das telas principais do sistema. Agora é possível configurar o launcher para que, ao passar de uma tela para outra, seja exibidos vários efeitos legais de transição, onde os widgets e atalhos de movimentam conferindo um efeito visual muito bonito à navegação pela interface do Android. Eis uma imagem do meu sistema no momento em que ocorre a transição de uma tela para outra.

 

Assim, estático, o efeito não parece tão interessante, mas ele cicla os elementos  da tela num movimento tridimensional bastante suave que torna a interface mais bonita também no seu comportamento, além do visual sofisticado que ela já apresenta quando parada.

Além das telas principais, mostradas acima, o app drawer do ADW continua imbatível. Aqui eu prefiro deixá-lo com a navegação horizontal e com o brackground transparente, de forma que o papel de parede do sistema continua visível quando você está passando pelos atalhos dos seus programas instalados. Além desse modo “Horizontal Paginated”, há mais quatro outras opções para o a disposição e comportamento do drawer que podem ser selecionadas, inclusive a Vertical 4D, que faz com que os atalhos passem como se estivesse numa esteira disposta tridimensionalmente.

 

Para ter uma melhor ideia do funcionamento dessas opções nada melhor que um vídeo. Recomendo o review abaixo para quem deseja ter uma ideia de como se comporta a nova versão do ADW em movimento.

Esse texto se destina apenas a passar minhas impressões sobre essa nova versão do ADW. Para explorar todas as possibilidades e diferentes configurações e comportamentos dele, precisaríamos aqui escrever uma verdadeira apostila. Acontece que o software é de utilização muito simples e, fuçando rapidamente pelas configurações dele, você vai rapidamente deixar o seu Android com o visual que desejar. São quase infinitas as possibilidades de  combinar temas, ícones, comportamentos das telas principais e do app drawer e etc. É mais ou menos como naquela antiga propaganda do Neston… são mil maneiras de configurar a sua interface e você ainda pode inventar a sua.

Pelo meu veredito, o novo ADW Launcher EX é sem dúvida o melhor software da categoria para Android e a turma do Launcher Pro vai ter que ralar um bocado para voltar ao páreo quando lançarem a nova versão.

Ah… ele custa algo em torno de R$ 5,50 no Android Market e, claro, vale cada centavo.

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