A evolução da computação gráfica ao longo da história do cinema é algo impressionante. Desde o primeiro Star Wars, quando o filme foi lançado com minutos a menos por falta de verba para trabalhos em CG, até os tempos atuais, com aquilo que se viu em Avatar, a evolução decorrente da criatividade dos artistas e da abundância de recursos disponíveis é incrível.
Falar em Avatar quando o assunto é computação gráfica é uma tendência natural, tendo em vista que você assiste ao filme sabendo que tudo ali é CG. Por mais bem feita que seja a criação dos cenários em Pandora e dos personagens, o uso do CG fica claro, até porque a verossimilhança não é o objetivo ali. Já em Game of Thrones a coisa muda de figura.
Game of Thrones é talvez a série de TV mais bem produzida de todos os tempos, com cenários maravilhosos e uma fotografia impecável. Tudo lá é tão bem feito que, ao contrário do que acontece em Avatar, o espectador raramente distingue quando está diante de um cenário natural ou de uma construção de computador. Os ambientes são amplos, muito bonitos, com uma naturalidade incrível na iluminação, o que em muitas ocasiões torna difícil diferenciar o que é de verdade e o que é modelado em computador.
Para os mais curiosos e entusiastas do assunto, agora foram divulgados alguns vídeos no Youtube que fazem o papel do Mister M da computação gráfica, pegando as cenas de Game of Thrones e mostrando o “pulo do gato” na realização de algumas máginas ali praticadas. Vale a pena conferir.
Fonte: Notcot
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Caramba… Como estavam filmando na Europa, eu realmente achei que era cenário montado a partir de ruínas de castelos – orra, cheguei a identificar castelos franceses e fortes irlandeses ali. Mas nunca ia imaginar que era tudo computação gráfica.
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