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É preciso, de início, ressaltar que o aparelho aqui analisado é a versão internacional, portando não há nele o receptor e decodificador de HDTV incluído na versão brasileira. Com a versão brasileira, i9000B, você terá tudo que eu tenho aqui e, como extra, HDTV no seu bolso, inclusive com possibilidades de gravar a programação.

Seguindo o roteiro padrão desse tipo de análise, começarei pela apresentação física do aparelho. Empunhadura, acabamento, estética. Considero o Galaxy S praticamente impecável nesse sentido. Comprar um celular com uma tela de 4 polegadas sem antes poder vê-lo pessoalmente, como eu fiz, é um tanto temerário. Meu medo era de que chegasse aqui um tremendo trambolhão.

“Look and feel”

O primeiro Galaxy S que pude ver de perto e ter em mãos foi o meu, já comprado, e a surpresa foi absolutamente positiva. A Samsung conseguiu, com a sofisticação do design, fazer com que o aparelho entregasse uma “telona” de 4 polegadas, que facilita muito a navegação na web, o uso de conteúdo multimídia e de outras aplicações em geral, sem que isso comprometesse a estética ou a portabilidade do smartphone. Ele é incrivelmente fino e leve e vai muito bem no bolso da calça, além de ser muito bonito.

A superfície frontal, com a tela desligada, apresenta um plano preto bastante polido, cercado por uma moldura arredondada em cor de chumbo. A apresentação estética é ao mesmo tempo sofisticada e sóbria, o que me agradou bastante.

A tampa traseira é de material plástico, o que faz muitos acharem que compromete a construção e que pode aludir a “coisa vagabunda”, mas, acredite, não sei que polímero é utilizado e nem qual a técnica empregada, mas esse plástico aqui não compromete em nada a estética ou a resistência do aparelho. Pelo contrário, ele deve ser um dos fatores que colaboram para que ele seja tão surpreendentemente leve e mesmo assim continue com uma excelente apresentação estética.

Galaxy-S2

Devido ao fato de ser muito leve e fino, o i9000 pode ser um problema para usuários excessivamente desastrados. Essas características tornam a empunhadura menos firme em algumas situações. Essas características podem fazer com que, num eventual descuido, o aparelho seja derrubado ou até arremessado longe. Talvez seja um problema para desastrados crônicos ou para bêbados contumazes. Não chequei e não pretendo checar tão cedo a resistência dele a quedas. Se quiserem, podem fazer aí uma “vaquinha” pra me pagar um novo, que aí eu faço os testes.

Há outra questão referente à empunhadura, que não consiste em um problema do aparelho, mas sim numa recomendação de uso. O Galaxy S, se adequadamente configurado, utiliza a câmera frontal de vídeo-chamadas para dosar o brilho da tela de maneira a adequá-lo ao ambiente e, também, poupar bateria. Se você estiver num ambiente ensolarado e segurar o aparelho cobrindo essa câmera, ele irá “entender” que você está no escuro e irá reduzir o brilho da tela, fazendo com que ela não possa competir bem com a luz do sol, coisa que ele faz com perfeição em seu funcionamento normal.

Acessórios que acompanham

Nisso eu fiquei impressionado com a pão-durice da Samsung. Até meu Motorola Quench, que é um Android de modelo mais econômico, acompanhou um carregador automotivo. O Galaxy S, tido por aí como o “Android dos Androids” não veio acompanhado desse acessório tão fundamental. Acompanham o aparelho: cabo USB, carregador para tomadas convencionais (bivolt) e um “in ear” phone.

Como tive que ir às compras no ebay, descobri que os acessórios que tornariam o pacote muito mais interessante, como o carregador automotivo e o cabo para TV-Out, custam uma bagatela. Quer dizer, seria muito mais elegante da parte da Samsung colocar logo isso na embalagem.

Para compensar, fiquei positivamente surpreso com a qualidade dos fones “in-ear”. Como os leitores mais antigos já sabem, gosto muito de música e considero fones ‘”in-ear” acessórios básicos de sobrevivência no mundo atual. Um dia desses parei para lanchar em um lugar e, na minha frente, estava a capa da Sexy com a Geysi arruda, enquanto o “som ambiente” tocava Justin Bieber.

A salvação num lugar desse é você se isolar daquele mundo insalubre acessando internet e ouvindo música no smartphone, de preferência com um fone “in-ear” que assegure o seu total isolamento da realidade ao seu redor, mas vamos voltar ao review do Galaxy S.

Desempenho e hardware

O Galaxy S i9000 é perfeitamente capaz de impressionar nesse quesito logo na primeira iniciação do sistema. Você não vai sentir qualquer necessidade de sair fazendo “tweaks” de otimização de desempenho. O Android 2.1 (Eclair) que a Samsung entrega instalado no aparelho roda com uma fluidez impressionante, tanto na navegação pela interface quanto no carregamento dos aplicativos e na alternância entre eles.

O hardware do i9000 pode rodar com muita folga tanto a versão atual quanto, acredito, várias versões vindouras do Android, o que pode ser, inclusive, apreendido por esse benchmark realizado aqui com o Quadrant.

bench_depois

Caso você seja do tipo muito ligado em tweaks de desempenho, poderá lançar mão dessa dica aqui, que é capaz de elevar consideravelmente a performance do sistema. O gráfico acima, que mostra o Galaxy S i9000 “surrando toda a concorrência”, foi gerado pelo teste do aparelho após o uso desse método.

O hardware responsável por esse bom desempenho consiste em um processador ARM Cortex A8 de 1GHz, com 512Mb de memória RAM. O i9000 traz também 8Gb ou 16Gb para armazenamento interno, dependendo do modelo, dos quais 2Gb são reservados para instalação de aplicativos, o que permite instalar praticamente tudo o que você quiser sem enfrentar qualquer aperto, além do que, após a atualização para o Froyo, boa parte dos aplicativos permite ser transferida para a memória de armazenamento comum e até para um cartão Micro-SD, que pode ser instalado no aparelho acrescendo até 32Gb ao espaço total disponível. É praticamente um “supercomputador” no seu bolso.

Outro “segredo do sucesso” desse sistema está na GPU utilizada, baseada no chip SXG540, da PowerVR, capaz de processar imagens tridimensionais com a velocidade de até 90 milhões de triângulos por segundo em OpenGL e de acelerar a decodificação de filmes em formatos de alta definição, poupando o processador central e fazendo um uso mais eficiente da bateria. O resultado é que, caso decida usar o Galaxy S para entretenimento, você poderá se divertir muito mais e por muito mais tempo, seja com filmes ou com jogos. Essas possibilidades podem ser testadas instalando alguns joguinhos disponíveis na “Samsung Apps”, um tipo de “Market” da própria Samsung que vem no aparelho.

A tela Super AMOLED que equipa o Galaxy S é uma peça de hardware no “estado da arte”. Ela é recoberta com Gorilla Glass. Um tipo de vidro com maior resistência a arranhões, anunciado como “inarranhável”, mas pra mim isso é malandragem publicitária. Quem quiser que eu tente arranhar pra conferir, basta contribuir na vaquinha pra me dar um aparelho novo. Depois eu faço aqui um sorteio do arranhado pra vocês.

O que importa é que a “telona” de 4 polegadas do i9000 oferece uma imagem com qualidade de fazer cair o queixo, com excelentes cores, brilho e contraste. É capaz de agradar aos olhos mais exigentes dos entusiastas de alta definição.

Quando à resposta aos toques, é uma tela capacitiva perfeita, respondendo adequadamente em todas as situações e disponibilizando também recursos de multitouch, como “pinch to zoom”, habilitados no navegador, na galeria de fotos e em diversas partes do sistema operacional. A responsividade do sistema ao toque é incrível, seja pela qualidade da tela ou em decorrência da robustez do hardware que “empurra” o sistema operacional. Você toca, ele responde, e tudo flui de maneira incrivelmente ágil.

Nos casos em que você precise de mais do que 4 polegadas de tela, é possível lançar mão do TV-Out do aparelho, que pode enviar para a TV o que quer que esteja se passando na tela, juntamente com o áudio reproduzido. Infelizmente é uma saída vídeo composto, nada de mini-HDMI.

Falando em alta definição, o aparelho conta com uma  câmera frontal capaz de filmar em 720p a 30fps e de bater fotos em até 5 megapixels, mas sem flash. A verdade é que flash em câmera de smartphone é o tipo da coisa que, quando você precisa usar, descobre que nenhum deles presta e acaba tirando uma foto escura e granulada que nem deveria ter tirado. Se você não tem o flash, você já sabe que não vai dar certo e simplesmente não tira. Menos lixo ocupando a memória de armazenamento. Eu preferia que ele estivesse aqui, até para poder usar um aplicativo de lanterna, numa eventualidade, mas não me incomoda tanto a ausência.  Há também uma câmera frontal para vídeo-chamadas.

Sistema operacional

Aqui eu tive outra surpresa bastante positiva. O Galaxy S vem com uma versão customizada pela Samsung do Android 2.1 (Eclair) e com o lançamento da versão 2.2 (Froyo) já iniciado e realizado em alguns países.

As customizações feitas por fabricantes sobre o Android consistem, principalmente, na aplicação de um “launcher” próprio, que é a interface gráfica, em si, do sistema, além de alterações na parte de contatos do telefone e da implementação de recursos para integração com redes sociais.

Como “veterano” na plataforma, já pego um aparelho predisposto a trocar, de cara, o launcher, porque até ver o do Galaxy S nenhum desses desenvolvidos pelos fabricantes de aparelhos havia me agradado, assim como a troca de experiência com outros usuários indica que a insatisfação com esses launchers de fabricantes é quase que generalizada. Todo mundo acaba migrando ou para o Launcher Pro ou para o ADW Launcher.

Até agora, em geral, tenho gostado bastante das alterações implementadas pela Samsung no Android. A interface TouchWiz 3.0 é bastante bem acabada esteticamente e tem um ótimo desempenho, possibilitando uma navegação incrivelmente fluida pelo sistema, sem qualquer “engasgo” observável. Cheguei a instalar o ADW para comparar o desempenho, mas não há qualquer diferença perceptível. Acabei deixando a da Samsung mesmo, que me agradou muito.

homewidget

Quanto à integração com redes sociais, o Android da Samsung traz o Social Hub, que tem a vantagem de não ser tão “invasivo” sobre todo o sistema operacional quanto outras soluções dessa natureza. Se você quiser, ele cumpre a função. Se você não quiser, ele também não atrapalha. Um detalhe interessante é a  inclusão, no aplicativo do calendário, de lembretes referentes aos convites para eventos que você recebe através do Facebook. Gostei da ideia.

A verdade é que boa parte dos usuários avançados acaba buscando em outros aplicativos suas próprias soluções para acesso a redes sociais. Um sistema muito “invasivo”, como o Motoblur, da Motorola, acaba se tornando desvantajoso tão logo você adquira mais intimidade com o Android. Essas soluções tem apelo meramente marqueteiro e considero correta a decisão da Samsung de deixar o seu Social Hub mais discreto, mais “na dele”, podendo ser usufruído pelo iniciante sem atrapalhar a vida do usuário avançado.

Agora, uma das melhores surpresas que tive no que concerne ao trabalho da Samsung sobre o Android foi a parte de multimídia, que se espera ser um ponto forte em um aparelho como esse, com o hardware capaz de alto desempenho e equipado com uma “telona” de 4 polegadas.

Considero o mVidepPlayer, disparado, o melhor reprodutor de vídeo que já testei na plataforma Android, mas veja o que diz o desenvolvedor, já irritado com os constantes pedidos para implementação de suporte ao container de vídeo MKV:

THIS APP DOES NOT PLAY AVI, MKV ETC. AND NEVER WILL UNLESS YOU GOT A PHONE THAT SUPPORTS IT.

Se o cara usou até essa caixa alta, é porque ele já vem se irritando com o volume de pedidos que, efetivamente, não pode efetivamente atender. No Android, um splitter de MKV fica melhor implementado em nível de sistema operacional. Eu nunca tive sequer esperança de ver esse suporte implementado dessa forma, mas, como “fuçador crônico”, mandei um episódio de seriado em MKV, com resolução de 720p, junto com seu respectivo arquivo .SRT da legenda em português e, para minha surpresa, o mVideoPlayer, no Galaxy S, reproduziu tudo lindamente!

Suspeito que o splitter de MKV esteja funcionando realmente em nível de sistema operacional, porque, além de o próprio mVideoPlayer, que não oferece suporte ao formato, ter funcionado no teste, todo player com suporte a H.264 que eu tenha experimentado foi capaz de reproduzir os arquivos, mesmo que o software não mencionasse suporte a esse container.

Ou seja, se você tem por aí arquivos de vídeo que deseja ver “on-the-go”, em salas de espera, seja lá onde for, basta passar pra dentro do seu Galaxy S que o mVideoPlayer faz o resto. Tudo isso graças a uma muito bem vinda implementação da Samsung no sistema operacional. Funciona perfeitamente tanto no Eclair quanto no Froyo. Foi-se o tempo em que você precisava fazer qualquer alteração nesses arquivos para reproduzí-los no smartphone.

Sempre acompanhei os trabalhos do pessoal do Cyanogen e curti a ideia de estarem trabalhando numa ROM customizada para o Galaxy S. Para mim, a situação ideal, como entusiasta da plataforma e como usuário avançado, era ter suporte de uma comunidade de desenvolvimento independente, na parte do sistema operacional, e um hardware robusto que cumprisse as mais duras missões. Por hora, minha concepção mudou completamente no tocante ao sistema operacional. Pretendo ficar com a ROM da oficial até que algo muito concreto me faça mudar de ideia. É uma questão de não trocar o certo pelo duvidoso. A Samsung está de parabéns pelo trabalho nas suas ROMs para esse smartphone.

Perspectivas para o futuro

Colocar as mãos no Galaxy S novinho e já ter como instalar, de cara, o Froyo oficial fornecido pela Samsung no meu aparelho foi uma grata surpresa. Tudo bem que precisei lançar mão de artifícios que não estão ao alcance de qualquer usuário. Por mais simples que o procedimento seja, ele não é tão acessível ao usuário “comum” quanto a atualização oficial, lançada na data acertada e fornecida normalmente pelo fabricante.

O que importa é que, estando com o Eclair original ou com o Froyo obtido através do macete da atualização antecipada, o adquirente de um Galaxy S está, hoje, muito bem servido. O hardware do aparelho roda lindamente ambos os sistemas e em qualquer caso você tem na sua mão um mundo de recursos e possibilidades, pois o até mesmo o Eclair ainda é compatível com a maior parte dos aplicativos disponíveis no Android Market.

Mesmo para quem não pode ou não quer antecipar sua atualização, ela está aí chegando, sendo disponibilizada gradativamente para os usuários no mundo inteiro, começando pela Europa. É compreensível haver um pouco mais de demora pros lados de cá, pois a versão brasileira do aparelho conta com o sistema de recepção e decodificação de HDTV que demanda um trabalho de software a parte, que precisa ser feito por fora, pois esse recurso não é encontrado na versão internacional. Ligue na novela da Globo e fique esperando mais um pouco o Froyo sair por aqui.

Com o Froyo instalado, temos um “fôlego extra” contra o tal problema da fragmentação da plataforma Android, que apresenta diferentes versões do sistema operacional coexistindo, enquanto os aplicativos nem sempre são compatíveis com as versões mais “antigas”.

sistema

Algo animador no horizonte é que, caso se confirme que o próximo Android “adotado como oficial” pelo Google será mesmo um Samsung muito parecido com o Galaxy S, teremos boas chances de continuidade nas atualizações, mesmo que isso se dê extra-oficialmente, com o pessoal do desenvolvimento independente tirando proveito do que for lançado para o Nexus S para fazer um port para o i9000.

A longo prazo, pelo que sabemos da plataforma, todos irão depender de atualizações extra-oficiais. A Samsung levará o Galaxy S até o próximo Android, Gingerbread? Isso não está, sequer, prometido, até onde eu sei. O que torna as atualizações promissoras é realmente o detalhe mencionado no parágrafo anterior, além do fato de o aparelho ter conquistado uma imensa legião de fãs, muitos deles dá trabalhando dedicadamente no desenvolvimento alternativo.

Conclusões

Conforme o exposto, fica evidente que minha avaliação do Samsung Galaxy S i9000 é quase que totalmente positiva. Não vejo sentido em falar em “iPhone 4 killer”, porque nesse mercado as diferentes soluções coexistem e diferentes perfis de usuário irão se adequar a elas. Em termos de apresentação estética e capacidade do hardware, os aparelhos são bastante  assemelhados, acho que até por uma dose de cara-de-pau da Samsung, pois do design do Galaxy S aparenta ser demasiadamente “inspirado” no do iPhone 4.

O importante numa escolha desse tipo é saber o que esperar de cada plataforma e saber em que eles se adequam mais ou menos ao seu perfil de usuário. Meu palpite é que, conforme a Bia Kunze conclui nesse ótimo review, o iPhone 4 oferece maior facilidade de adequação ao usuário comum, enquanto o Galaxy S, assim como a própria plataforma Android, se comunica mais com o seu lado “entusiasta” de tecnologias e sistemas e oferece uma maior abertura para que você possa explorar com mais liberdade tudo que a tecnologia móvel mais atual pode oferecer.

No fim das contas é isso. Um iPhone 4 vem do jeito que a Apple o idealiza. Meu Galaxy S ainda está, por enquanto, do jeito que foi feito pela Samsung, por decisão minha e somente. A partir do momento em que algum detalhe dele me incomodar, posso substituí-lo através das amplas possibilidades de customização ou até da troca completa de sua interface gráfica. Eu gosto de ter isso à mão, mesmo que por hora não queira mudar nada.

Não acredito que o suporte ao flash player completo, implementado no Froyo, possa ser, sozinho, o fator decisivo na escolha entre um iPhone 4 ou um Galaxy S, mas o suporte está aqui e eu também gosto de tê-lo disponível. Há quem diga que o flash não se adequa, em absoluto, às plataformas móveis, mas, nos testes que fiz até agora, não sei se influenciados pelo hardware mais robusto do Galaxy S, mostraram tudo funcionando exatamente como deve funcionar.

flash

A questão do flash, por outro lado, é bastante ilustrativa de como as coisas funcionam diferentemente nas duas plataformas. Do lado da Apple, o fabricante já decidiu que flash não serve para nada e pronto, não vai ter suporte no iOS dos iPhone. No caso do Froyo no Galaxy S, o Flash player está aqui no Android Market, disponível a um leve toque do seu dedo. Se você instalar e considerá-lo uma porcaria, desinstale, mas a escolha fica com você. Eu gosto disso.

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38 respostas a Análise completa do Samsung Galaxy S i9000

  1. intell disse:

    Nussa, super review.

    Te odeio, agora quelo um pla mim :D

    Pelo visto o bicho não tem sequer um ponto negativo. Froyo, videochamada, design, peso, telona, cpu e gpu parrudas.

    Porra, rodar filmes/séries/animes mkv 720p sem reencode? Felomenal.

    Até o firmware já parece bastante aceitável, o que é uma surpresa. Tudo da Motorola, por exemplo, eu abomino. Seja launcher, quickoffice, gerenciador de bateria…

    Ponto bastante positivo pra Samsung.

    Só uma coisa, tu usou o More Locale 2? Porque está em português de portugal seus screenshots…

  2. Vberti disse:

    Eu já achava que o SGS era O smartphone, agora então…. eu quero um!!!!!!

    Rodar mkv direto, sem a mala do reencode, pqp sensacional

    Ticiano, com todo esse potencial de hardware, como fica o desempenho da bateria?

    No meu milestone, com firmware 2.2.1 da Shadowmod, com tudo ligado, 3g, wifi, autosync, gps etc, dura no máximo umas 9h, se exagerar nos jogos já era, não dura nada :/

    E a tela, tem algum tratamento anti-gordura? Acredito que tenha

    A do mile não tem, fica toda ensebada :/

    Parabéns, excelente review

    Só fez aumentar o meu desejo de ter um :)

    • Cássio disse:

      Eu adquiri um i9000M no Canadá. Não é a versão brasileira com TV, mas eu não me importo.

      O aparelho é um avião. Meu irmão tem um iPhone4 e à primeira vista ainda prefiro o Galaxy!

      Realmente, como o autor colocou, ele é bastante customizável, e isso é o que me agrada, por eu ser analista de sistemas e saber das capacidades do aparelho.

      Quanto à empunhadura, tenho muito medo de derrubá-lo pois ele é totalmente liso.

      Quanto à bateria, uma vez usei o GPS por cerca de 6 horas e ela se foi quase que completamente.

      Se usar internet, gtalk, msn e skype (via wifi) também não dura muito. O meu deve chegar à umas 9h.

      Ele não faz milagres.

  3. Intell, esse lance do MKV também me surpreendeu um bocado. E achei excelente! Lê mkv com legenda perfeita, graças ao mvideoplayer, e tem video-out… querendo eu passo uns episódios de seriados, filmes, qualquer coisa pra assistir por aí.

    A experiência com a ROM original também foi outra questão bem curiosa. Eu, por hora, não tenho qualquer atração pelo que quer que esteja sendo desenvolvido em termos de ROMs alternativas. Talvez eu venha a recorrer a algo do tipo numa época pós Gingerbread e se não houver suporte oficial.

    Ah… e o More Locale tá bugado mesmo. Pt-Pt eu não aguento. Vou voltar esse aparelho pro inglês que eu me dou melhor com ele.

  4. Pingback: Tweets that mention Análise completa do Samsung Galaxy S i9000 - Droider - Tecnologia, mobile devices, gadgets em geral, "geeky news". -- Topsy.com

  5. Quanto ao negócio da bateria, é aquela coisa de sempre. É algo que eu sempre digo nesse tipo de conversa: não existe smartphone que possa ser usado intensamente, como video game, como reprodutor de filmes, ou até mesmo como navegador pra web, que vá ter a mesma duração de bateria de um telefone comum, que não faz nada disso.

    Se for usar pra brincar, a bateria drena um tanto quanto rápido mesmo, então se for brincar tenha um carregador por perto. Se for pro uso comum, pra fazer ligações, uma navegadinha eventual, checagem de e-mail, alguma verificação de coisas em redes sociais, tudo tranquilo. Dá pra passar o dia fora com ele que ele aguenta, mas mesmo assim eu recomendo o uso do SetCPU com um profile On-Demand pra dar uma melhorada nisso e também evitar aplicativos toscos em segundo plano. Skype, por exemplo, no Galaxy S, é uma maravilha. Testei aqui e tudo funciona como se fosse uma ligação comum, mas se você sair de casa e deixar esse maldito software carregado, pra poder receber chamadas dos seus contatos através dele, vai ter uma surpresa quando olhar a bateria. Eu observei isso e fui examinar. Com o Skype rodando em segundo plano, o processador fica "idle" por um bom tempo mas fica tendo picos de "full load" com certa frequência… é aí que detona a bateria. Full load sem necessidade não tem quem aguente.

    Agora se vocês querem andar por aí rodando joguinhos e vendo filmes e a bateria durar dias e dias, vou patentear um sombrero mexicano com células fotoelétricas e conector USB e começar a vender aqui.

    • VINICIUS disse:

      Prezado Ticiano. Gostaria de saber se voce utilizou a função de video-chamada do skype, utilizando a camera frontal do celular; e se este teste foi feito entre celulares ou entre o samsumg e um PC. Obrigado. Vinicius

      • Oi Vinícios, rapaz, você encontrou exatamente a falha desse meu review. Infelizmente, pelo menos com as minhas experiências, a video chamada do Galaxy S, por hora, tá lá e não serve pra nada.

        A câmera de vídeo chamada ainda não é usada pelo Skype. A versão mobile do Skype não oferece o recurso de usá-la como webcam.

        A vídeo chamada é para funcionar, em tese, numa ligação telefônica comum entre dois aparelhos que sejam compatíveis com a tecnologia. O pior é que, no SGS, ao contrário do que ocorre no iPhone, você é forçado a usar a rede 3G para essa finalidade. O aparelho não realiza essa conexão da video chamada através de wifi.

        Pra mim fica totalmente inviável porque uma brincadeira dessas vai detonar meu pacote de dados. Além do mais, nas poucas vezes que tentei fazer funcionar, ele retornou um erro de que eu estava fora da cobertura da rede 3G, o que não era verdade.

        Ou seja, o uso dessa câmera ainda deverá ser aprimorado. No momento ela tá lá e não serve pra muita coisa. Até esqueci de comentar, mas apenas porque não é um recurso tão relevante para mim mesmo. Queria apenas usar a título de testes.

        O ideal seria se o aplicativo do Skype implementasse o uso da câmera, realmente.

        • VINICIUS disse:

          Obrigado por sua atenção. É que tenho um Iphone4, recém adquirido. Quando comprei achei que utilizaria a video-chamada com facilidade utilizando o skype, pois havia lido alguns comentários na rede sobre isso….decepção….só funciona o facetime – entre iphone4 – o que não atende meu objetivo (vou para o exterior e gostaria de ver minha família, com mobilidade…..esperava usar o skype através de redes wifi no exterior, mas já vi que beira o impossível. Obrigado por sua ajuda. Boas festas.

        • Cássio disse:

          Ticiano, instalei o Skype no galaxy s mas ele simplesmente não completa o login.

          Obviamente o usuário e senha estão corretos pois testei no notebook, mas no galaxy s ele não completa o login.

          Onde vc o baixou?

          Eu baixei do Market que vem no aparelho.

          • Cássio, esse é um bug conhecido do skype quando se usa a versão do Android 2.1 que acompanha o Galaxy S.

            Após a atualização para o Froyo, isso está resolvido.

          • Se for atualizar, pesquise pelos updates disponíveis para a sua versão, o i9000M. Cuidado para não usar versões incompatíveis.

            É bom se informar também sobre um fantasma que assombra essas versões vendidas no Canadá. Alguns SGS vendidos pela Bell têm apresentado um caso de morte súbita da memória interna, principalmente após a atualização para o Froyo. Recomendo você pesquisar sobre o tema no fórum do XDA Developers.

  6. Nem falei sobre essa questão da bateria porque minha experiência com dispositivos móveis me faz crer que isso é besteira, é coisa que nem muda tão drasticamente de um dispositivo pro outro. Desde o tempo dos Palm é a mesma coisa. Tem no bolso pra consultas, pra um uso "light", então tá bem de bateria… pegou pra usar como passa-tempo, a carga voa. É assim com todo mobile que eu conheço.

    No Android temos alguns apps e macetes para ganhar uma autonomia extra. Pretendo escrever um artigo sobre isso em breve.

  7. Vberti disse:

    Eu nem quero que a bateria dure dias não, tenho consciência de que isso não ecxiste :) mas acho que a bateria deveria durar pelo menos 12h com tranquilidade, fazendo uso como ele se propõe, um smartphone!

    Essa é a minha maior briga com o milestone, tenho que limitar o uso para não precisar ficar carregando cabos.

  8. Cara, mas até agora eu não vi nenhum dispositivo dessa natureza que aguentasse 12h de uso pesado mesmo. Se isso aí for ponto fraco dos dispositivos, então é do Galaxy também. Eu não destaquei como ponto fraco porque, pelo que conheço de outros modelos, nenhuma bateria que eu tenha visto vai muito longe com uso intenso.

  9. Derni Borges disse:

    É, Se tivesse esperado um pouco, poderia estar com um Galaxy, me precipitei e comprei o Quench. Há alguns anos que estava só com Samsung.

    Estou satisfeito com o atual, respeitando suas limitações, mas graças à comunidade, adlx, mastermind, etc.

    O review ficou muito bom. Muito bom mesmo. Completíssimo. Em breve quem sabe podem surgir podcasts ou videocasts sobre o tema. Seria massa também.

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  12. Bruno disse:

    Quais os links dos acessórios que você comprou? O carregador automotivo e o cabo para TV-Out, além da capinha?

    Abraços e parabéns pelo blog.

  13. Oi Bruno! Vou fazer um artigo com o "guia de compras" de acessórios para o Galaxy S. Fica ligado!

    Abraços!

  14. Pingback: Dicas de acessórios para o Samsung Galaxy S - Droider - Tecnologia, mobile devices, gadgets em geral, "geeky news".

  15. Pingback: Por dentro do desenvolvimento alternativo de ROMs para Android - Droider - Tecnologia, mobile devices, gadgets em geral, "geeky news".

  16. Claudenor disse:

    Cara melhor review do Galaxy S que eu vi na net, meus parabéns!! To com o meu versão nacional faz quase um mês e não tenho do que reclamar é tudo que eu pensava, ´ra mim só falta um dual flash nele ou um flash xenom.

  17. laudenir disse:

    plá pesoal, esse é o meu primeiro comentário, então gostaria de dizer que esse aparelho é quase tudo de bom, pois na minha visãp ele detona o iphone, mas deixa muito a desejar por ter uma tela maravilhosa,tv digital,sistema op andruide, camera de 5 mp. mas sem flash isso mata essa camera quando se fala de periodos noturnos,quando o nosso amigo do blog disse que o flash nos smartphones não faz diferença tenho que discordar com ele pois faz sim e muiiitaaaa!, tenho um smartphone da nokia o modelo n85 ele tem camera de 5 mp e flash e muitas outra coisas e com o flash eu bato fotos ótimas até mesmo no escuro. agora digo mais aqueles que não tiverem dinheiro para comprar esse aparelho agora, aguardem que com certeza a samsung sabe que errou longe em não colocar o flash e com certeza vira com um modelo ou versão melhor e com certeza com flash.

  18. laudenir disse:

    ola´mais uma vez, para quem acompanhou o primeiro comentário aqui vai um outro dando a voces a novidade do modelo samsung galaxy s2, que tem tudo que esse tem e a camera e de 8 mp e com flash . agora vamos ver se a samsung errou ou não de não colocar o flash nessa versão e vamos ver oq o nosso amigo dira da não necessidade do flash pois não faria diferença, aonde já se viu um celular caro desses com uma camera de 5 mp mas sem flash. valeu samsung usa a mesma artimanha da aplle faz um bom faltando algumas coisas e depois atualiza depois de vender bastante com um melhor.

  19. joseph disse:

    Prezado Ticiano. Gostaria de saber se voce utilizou a função de video-chamada do skype, utilizando a camera frontal do celular; e se este teste foi feito entre celulares ou entre o samsumg e um PC. sera com toda essa tecnologia e nao tem como usar , e no market nao tem recurso ou aplicativo que corrige isso . Obrigado

  20. Felipe disse:

    Tambem tenho esta mesma duvida da video chamada pelo skype =/

  21. Não existe vídeo chamada no Skype para a plataforma Android. Alguns apps, o Fring ou o Tango, realizam vídeo chamadas, mas eles são bem menos populares que o Skype.

  22. Akemi disse:

    Oi adoro o galaxy comprei o S2 so por causa da. Camera!!!!

    Então nw tem mesmo como usar o vídeo para chamadas!?

    Nossa eu nw entendo quase nada de informatica mas ja tive o iphone e logo o abandonei….agora o galaxy ah o galaxy e minha paixão aos poucos vou aprendendo ….aqui no jp o nome e galaxy 2 sc-02c

  23. Akemi disse:

    Rs ja instalei o fring….depois de comentar que li sua dica!

    E assim que vou aprendendo sobre esse mundo novo …..

    Arigatou!

    • Danielle Magalhães disse:

      oieeee…queria comprar, mais estou vebdo esses recadinhos e meio que desanimei…o melhor é tirar fotos ah noite na balada…

  24. Pingback: O desempenho do Android pode ser minado bagunça na sua conta do Gmail

  25. Pingback: [Colher de chá] O que é firmware no seu smartphone?

  26. Pingback: Samsung anuncia Galaxy Note com tela agigantada, onde querem checar com isso?

  27. AGRM disse:

    gostaria de saber a comparação do sansgung s2 I9000 COM O NOVO LANÇAMENTO DA MOTOROLA XT 860 4G, EXISTE DIFRENÇA NO PROCESSADOR

  28. Pingback: Da hegemonia da Samsung ao tombo da HTC

  29. valdeci disse:

    Gostei muito de suas explicações sobre o Galaxy I9000

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